Por uma estranha, nunca foi tão forte
O desejo; e a paixão, nunca mais pura.
Tanto quero esta moça em desventura
Quanto, antes, no infinito, o nosso norte.
Veio a mim, como vem a nós a sorte
De repente, embalada em formosura,
Mas serena e com tal desenvoltura
Que temi sua partida, como a morte.
E assim, sonhando infâncias no futuro,
O rio em […]
[Pós-escrito: Fotos desta grande noite: aqui - veja como foi!]
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O escritor Ivan Sant’Anna [tricolor - eis o defeito! - de passar anos viajando atrás do Fluminense para todos os jogos] é autor de sucessos como “Mercadores da noite” [que vai virar filme de US$ 100 milhões em Hollywood], “Plano de ataque” [sobre o atentado de […]
Crítica literária do romance Homem no escuro, de Paul Auster, publicada no Jornal do Brasil de 06/09/2008.
Há tantos relatos familiares em Homem no escuro que, lá pelo fim do livro, é o mero figurante de um deles quem diz talvez a única frase capaz de uni-los de alguma forma: “Não existe no mundo nenhuma família […]
O livro tribuneiro - Contra a juventude - invade o Jobi…
(Foto do fabuloso Sérgio Caddah - o homem da “transparência rara”)!
Não, leitor tribuneiro, não seja maldoso: ela não amarelou.
O tornozelo está mesmo inchado e Daiane dos Santos não terá condições de disputar as finais por aparelho da ginástica artística, nesta terça, na arena multiuso.
Que ela se recupere logo - e que, para nossa alegria, continue sempre sorrindo assim.
Natália Thimberg está de peruca, minha gente?
Que cousa!
(Atenção-atenção: começou o desfile da Imperatriz Leopoldinense)!
Devido ao quilométrico engarrafamento nos acessos ao Maracanã, algumas dessas delegações que ora desfilam são compostas por figurantes brasileiros recrutados na Tijuca, em Vila Isabel e sobretudo no morro da Mangueira, precisamente no Buraco-Quente.
No Rio de Janeiro, berço da Portela, da Mangueira, do Império Serrano, do Salgueiro, berço do samba como o conhecemos hoje, nesta cidade, sinceramente, a apresentação duma bateria em playback é inacreditável.
Inaceitável.
O samba é “Quando eu vim de Minas”, de Xangô da Mangueira, clássico do repertória de Clara Nunes, aqui secundada - repare - por Dona Ivone Lara (alô, Serrinha!), Leci Brandão, Alcione (magrinha) e, se não me engano, Roberto Ribeiro.
O joão-bobo marcador, se o leitor não tiver notado, é Dunga.