<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<!-- generator="wordpress/2.3.2" -->
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	>

<channel>
	<title>Tribuneiros.com - humor, crônicas, contos, literatura, jornalismo, cultura, arte, comportamento, samba, carnaval, juventude, esportes, amor, política, economia, futebol, Flamengo, crítica, ensaio, artigo, folhetim, sátira, poesia, soneto, Bruna Demaison, Carlos Andreazza, Felipe Moura Brasil</title>
	<link>http://www.tribuneiros.com</link>
	<description>humor, crônicas, contos, literatura, jornalismo, cultura, arte, comportamento, samba, carnaval, juventude, esportes, amor, política, economia, futebol, Flamengo, crítica, ensaio, artigo, folhetim, sátira, poesia, soneto, Bruna Demaison, Carlos Andreazza, Felipe Moura Brasil</description>
	<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 16:47:46 +0000</pubDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.3.2</generator>
	<language>en</language>
			<item>
		<title>O Bailinho - e a pós-diversão</title>
		<link>http://www.tribuneiros.com/2008/11/19/o-bailinho/</link>
		<comments>http://www.tribuneiros.com/2008/11/19/o-bailinho/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 19 Nov 2008 14:34:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>C.A.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogue da Casa]]></category>

		<category><![CDATA[Bailinho]]></category>

		<category><![CDATA[tribuneiros.com]]></category>

		<category><![CDATA[Vivo Rio]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tribuneiros.com/2008/11/19/o-bailinho/</guid>
		<description><![CDATA[Uma das mais recentes sensações pop-célebres do Rio de Janeiro é o tal Bailinho, uma festa concebida por gente cool e parida, eu juro, sob o charme de certa clandestinidade [que cousa!], porquanto fosse pouquíssimo divulgada e só reunisse a nata do pensamento descolado e pra-frentex carioca. (Tudo o que mais amamos nesta Casa: atitude [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma das mais recentes sensações pop-célebres do Rio de Janeiro é o tal <em>Bailinho</em>, uma festa concebida por gente <em>cool</em> e parida, eu juro, sob o charme de certa clandestinidade [que cousa!], porquanto fosse pouquíssimo divulgada e só reunisse a nata do pensamento descolado e pra-frentex carioca. (Tudo o que mais amamos nesta Casa: atitude e vanguarda!).</p>
<p>Veja, da lavra de seus organizadores, uma breve definição para o evento:</p>
<p><em>&#8220;O Bailinho é festinha no play - mas você não precisa levar um prato de doce ou salgado. O hi-fi de 2008. Diversão garantida, gente querida, correio elegante e música boa.&#8221;</em> (É ou não é um sonho, leitor)? (Correio elegante)!</p>
<p>Dava-se, não à toa, na boate <em>69</em>, em Ipanema, na multicultural rua Farme de Amoedo. Uma graça, enfim. (E um sucesso, sem dúvida, já que figuras queridas do naipe de Carolina Magalhães e Bruno Gagliasso enobreciam o evento furando-lhe sucessivas e enormes filas - esta incontornável referência de êxito carioca).</p>
<p>Pois bem&#8230; Como se fosse possível melhorar [!!!], sim, o <em>Bailinho</em> cresceu [a fila também], deixou de lado a clandestinidade, e incorporou, democratizando-se [alargando o correio], outras personagens, gente menos <em>cool</em> talvez [ou menos querida, quiçá], mas inegavelmente típica deste grande e inacreditável Rio de Janeiro <em>VIP</em>, daí porque, ora sito ao terraço do <em>Vivo Rio </em>[ao lado do MAM], lá encontremos desde atletas exemplares como o futebolista Edmundo e o pugilista Dado Dolabella até ex-cantores [o boa praça rubro-negro Léo Jaime!] e jovens empresários &#8220;pegadores&#8221;, como um tal Felipe Simão, o novo namorado de Luana Piovani - ela, claro, pivô da primeira briga generalizada da história do <em>Bailinho</em> [no dia 16 último], prova de que uma festa de sucesso, no Rio de Janeiro, não depende só de releituras bacaninhas das canções do Balão Mágico e de filas e cervejas quentes, e tampouco de subatores, putas e bichinhas amigas, mas de ficha criminal e pancadaria, tanto melhor se resultando em alguém covardemente agredido e, afinal, desacordado.</p>
<p>Tudo muito pós-moderno e pós-civilizado. (Muitos vestidinhos da Isabela Capetta).</p>
<p>Tudo o que um cidadão de bem deseja para o seu fim de domingo. (Com Selton Mello nas carrapetas).</p>
<p>E viva o <em>Bailinho</em>!</p>
<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/cincocontraum.jpg" alt="cincocontraum.jpg" /></p>
<p>(A próxima edição será a 30 de novembro - imperdível).</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tribuneiros.com/2008/11/19/o-bailinho/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Jazzafinado - Quero um grupo de samba assim</title>
		<link>http://www.tribuneiros.com/2008/11/18/jazzafinado-quero-um-grupo-de-samba-assim/</link>
		<comments>http://www.tribuneiros.com/2008/11/18/jazzafinado-quero-um-grupo-de-samba-assim/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 17:21:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogue da Casa]]></category>

		<category><![CDATA[Bernardo Bezerra]]></category>

		<category><![CDATA[Cinemathèque]]></category>

		<category><![CDATA[jazz]]></category>

		<category><![CDATA[Jazzafinado]]></category>

		<category><![CDATA[Lapa]]></category>

		<category><![CDATA[samba]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tribuneiros.com/2008/11/18/jazzafinado-quero-um-grupo-de-samba-assim/</guid>
		<description><![CDATA[
Bernardo Bezerra (escaleta e teclado), Júlio Merlino (sax e flauta), Rafael Garaffa (baixo), Rodrigo Borges (guitarra), Rodrigo Scofield (bateria) e Thiago Ferté (sax tenor)
Esta Casa - 100% sambística - abre uma exceção escandalosa para divulgar - imagine! - um jovem grupo de jazz, o ritmo por excelência do improviso instrumental, da fantasia egoísta, do delírio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/foto-banda.jpg" alt="foto-banda.jpg" width="300" height="88" /></p>
<p align="right"><em>Bernardo Bezerra (escaleta e teclado), Júlio Merlino (sax e flauta), Rafael Garaffa (baixo), Rodrigo Borges (guitarra), Rodrigo Scofield (bateria) e Thiago Ferté (sax tenor)</em></p>
<p>Esta Casa - 100% sambística - abre uma exceção escandalosa para divulgar - imagine! - um jovem grupo de jazz, o ritmo por excelência do improviso instrumental, da fantasia egoísta, do delírio narcisista - enfim, da masturbação pública.</p>
<p>Nesta quarta-feira 19, véspera de feriado, o Jazzafinado faz no Cinemathèque mais um show da temporada de lançamento do CD <em>Segundo Round</em>, iniciada com um sucesso extraordinário no Espaço Rio Carioca.</p>
<p>[Dizem os músicos que &#8220;parecia lançamento de livro dos Tribuneiros&#8221;&#8230;]</p>
<p>Ao contrário dos grupos de samba lapianos, formados por jovens sujinhos sempre tão obstinados em revolver o baú alheio para chafurdar na poeira de obras e compositores esquecidos, o Jazzafinado já está no segundo disco autoral, com o talento, a coragem e a personalidade de trilhar seu próprio caminho - e não sem humor. [Ouça - <a href="http://www.myspace.com/jazzafinado" target="_blank">aqui</a>].</p>
<p>A Lapa, aliás, renasceu e cresceu como uma grande gincana: &#8220;Quem trouxer o samba mais antigo ganha!&#8221;, &#8220;Quem encontrar o samba menos famoso de Jackson do Pandeiro vai levar o samba menos famoso de Geraldo Pereira!&#8221;, &#8220;Quem cheirar Ary Barroso pode fumar João da Baiana!&#8221;&#8230;</p>
<p>Na maioria dos casos [indistinguíveis uns dos outros], é pura incompetência camuflada de - como é mesmo? - &#8220;preservação da cultura nacional&#8221;, &#8220;resgate do patrimônio histórico&#8221;&#8230;  - essas balelas que, no cinema, sempre rendem uma verbinha da Petrobras.</p>
<p>Como muitas vezes já escrevi aqui, a cultura brasileira - sujinha por excelência - tem horror ao talento, à liberdade e ao desafio individuais. Quem quiser criar alguma coisa razoável no Brasil precisa, antes, desaculturar-se.</p>
<p>Ao leitor interessado, eu aviso: um bom caminho - quem diria&#8230; - pode ser o jazz.</p>
<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/capa-cd.jpg" alt="capa-cd.jpg" /></p>
<p><em>Jazzafinado: Lançamento do CD </em>Segundo Round<em><br />
Dia: 19/11 - quarta (véspera de feriado)<br />
Abertura da casa: 19hs<br />
Show a partir das 21hs<br />
CINEMATHÈQUE<br />
Rua Voluntários da Pátria, 53 Botafogo - Rio<br />
TEL: (21) 2266-1014 (dia) | 2286-5731 (noite)<br />
Couvert: R$20 (Lista Amiga: R$15)<br />
<a href="http://matrizonline.oi.com.br/cinematheque/" target="_blank">http://matrizonline.oi.com.br/cinematheque/</a><br />
email para a lista: <a href="listajazzafinado@gmail.com" target="_blank">listajazzafinado@gmail.com</a></em><br />
[Ouça - <a href="http://www.myspace.com/jazzafinado" target="_blank">aqui</a>].</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tribuneiros.com/2008/11/18/jazzafinado-quero-um-grupo-de-samba-assim/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Duas notas sobre [mau] jornalismo</title>
		<link>http://www.tribuneiros.com/2008/11/18/duas-notas-sobre-jornalismo/</link>
		<comments>http://www.tribuneiros.com/2008/11/18/duas-notas-sobre-jornalismo/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 17:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>C.A.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogue da Casa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tribuneiros.com/2008/11/18/duas-notas-sobre-jornalismo/</guid>
		<description><![CDATA[Costumo ler &#8220;Carta Capital&#8221; porque costumo ler tudo que me cai às mãos. Raramente nos casamos, porém. Não sou dos canalhas inocentes que, sem preconceitos, lêem de tudo - do bem e do mal - para formar opinião, a síntese que resulta em equilíbrio&#8230; Tenho muitos conceitos definidos e, para o resto, sou preconceituoso. É [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/lula-e-carta.jpg" alt="Mino Carta e Lula" align="left" hspace="5" />Costumo ler &#8220;Carta Capital&#8221; porque costumo ler tudo que me cai às mãos. Raramente nos casamos, porém. Não sou dos canalhas inocentes que, sem preconceitos, lêem de tudo - do bem e do mal - para formar opinião, a síntese que resulta em equilíbrio&#8230; Tenho muitos conceitos definidos e, para o resto, sou preconceituoso. É assim que leio. (Desconfiado, sempre).</p>
<p>Por motivos que a nenhum dos lados abona, Daniel Dantas é o maior inimigo da revista. (E faz tempo). O ministro Gilmar Mendes, presidente do Supremo, o mais recente. Sugere-se, na edição última [19 de novembro], que o primeiro está livre por obra do segundo. Sugere-se, à mesma página, que Alberto Salvatore Cacciola está preso pela falta do amigo certo - do &#8220;seu&#8221; Gilmar Mendes.</p>
<p>Não deixa de ser engenhoso. Mas, jornalismo não é.</p>
<p>Para tanto [e seria muito simples&#8230;], &#8220;Carta Capital&#8221; teria de explicar os motivos de se ter posicionado [lá atrás] tão radicalmente contra Daniel Dantas [Opportunity] na disputa [com a Telecom Italia] pelo controle da Brasil Telecom, imbróglio que envolveu [e isso não é um detalhe] alguns polpudos fundos de pensão estatais. (Em suma: pelo mesmo critério com que julga Dantas, &#8220;Carta Capital&#8221; teria de apresentar o &#8220;seu&#8221; Gilmar Mendes).</p>
<p>Logo se veria o lugar editorial da ideologia&#8230;</p>
<p>********</p>
<p>Ultimamente, alvo semanal de &#8220;Carta Capital&#8221; tem sido o governador de São Paulo José Serra, sob pretexto dos baixos salários pagos à Polícia Civil daquele estado.</p>
<p>A revista é Lula doente, de cujo governo recebe as mais generosas benesses, a despeito da pouca audiência. (Serra é forte postulante ao Planalto, talvez tenha linha editorial outra [FHC tinha] - e então: pau nele).</p>
<p>Não nego certo apreço por este jornalismo engajado, que veste a camisa, assume seus gostos, que se declara e se investe [como na antiga, e como no mundo todo hoje], mas &#8220;Carta Capital&#8221; tem abusado das páginas duplas para o Ministério da Educação&#8230; E assim fica difícil defender [até mesmo] a prosa elegante de Mino Carta.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tribuneiros.com/2008/11/18/duas-notas-sobre-jornalismo/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O talk-show tribuneiro!</title>
		<link>http://www.tribuneiros.com/2008/11/17/o-talk-show-tribuneiro/</link>
		<comments>http://www.tribuneiros.com/2008/11/17/o-talk-show-tribuneiro/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 17 Nov 2008 13:51:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>C.A.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogue da Casa]]></category>

		<category><![CDATA[últimas]]></category>

		<category><![CDATA[Carlos Andreazza]]></category>

		<category><![CDATA[Felipe Moura Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Maurice Valansi]]></category>

		<category><![CDATA[Que cousa!]]></category>

		<category><![CDATA[talk-show tribuneiro]]></category>

		<category><![CDATA[Tribuneiros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tribuneiros.com/2008/11/17/o-talk-show-tribuneiro/</guid>
		<description><![CDATA[Estimado leitor, iniciamos 2008 [ano em que cumprimos nosso quinto aniversário] em grande estilo, lançando o livro tribuneiro Contra a juventude, e nada mais justo que o encerremos da mesma, grandíssima, forma - e assim o faremos.
Na segunda-feira, 1 de dezembro, estrearemos [afinal] o talk-show tribuneiro, idéia com a qual sonhamos faz tempo - e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Estimado leitor, iniciamos 2008 [ano em que cumprimos nosso quinto aniversário] em grande estilo, lançando o livro tribuneiro <a href="http://www.tribuneiros.com/quem-somos/"><em>Contra a juventude</em></a>, e nada mais justo que o encerremos da mesma, grandíssima, forma - e assim o faremos.</p>
<p>Na segunda-feira, 1 de dezembro, estrearemos [afinal] o <em>talk-show</em> tribuneiro, idéia com a qual sonhamos faz tempo - e que desenvolvemos, secretamente, há alguns meses. Convidados a conhecer, uma semana atrás, o <em>Espaco Cultural Maurice Valansi</em>, em Botafogo, recebemos o generoso desafio de botar em prática, ali, o projeto. Aceitamos. E não à toa. E não sob afobação.</p>
<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/museu.jpg" alt="museu.jpg" /></p>
<p>O lugar tem tudo a ver com os Tribuneiros. Um antigo sobrado, de espaço generoso, erguido ao raiar do século XX, em que hoje tem lugar o fantástico <em>Museu da Cadeira </em>[acima] e o <em>Cafe du Midi</em>, charmoso restaurante em cujo salão [abaixo] sucede-se alentada programação cultural - lá onde também se dará o <em>talk-show </em>tribuneiro.</p>
<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/salao.jpg" alt="salao.jpg" /></p>
<p>O conceito do projeto é simples e direto: sempre às segundas-feiras [quinzenalmente], Pim e eu teremos um convidado, com o qual trocaremos idéias - as mais bem-humoradas possíveis - acerca do que se passa no mundo, sem jamais descartar o irrelevante. (E muito pelo contrário). Quereremos, invariavelmente, fugir do senso comum politicamente correto cuspido pelos grandes jornais etc. - e botar em pauta, porquanto tudo e todos sejam &#8220;criticáveis&#8221;, fatos deveras importantes [ou nem tanto] que a mídia fez passar despercebidos.</p>
<p>Ao longo desta semana, paulatinamente, daremos mais informações sobre o notável evento. (E divulgaremos o nome de nosso primeiro convidado)&#8230; Que o leitor motorizado, aliás, não se preocupe: já fizemos o trajeto no horário da &#8220;cousa&#8221; e, além de não haver trânsito, há inúmeras vagas na porta da casa, situada quiçá à rua mais tranqüila e elegante do bairro. Anote aí na agenda: 1 de dezembro [a partir das 20h00], no  <em>Espaço Cultural Maurice Valansi</em>, a estréia do talk-show tribuneiro. Sua segunda-feira nunca mais será a mesma.</p>
<p>Saudações!</p>
<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/logo_valansi_jpeg1.jpg" alt="logo_valansi_jpeg1.jpg" /></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tribuneiros.com/2008/11/17/o-talk-show-tribuneiro/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Uzbequistão é nosso, arrá, urru!</title>
		<link>http://www.tribuneiros.com/2008/11/15/uzbequistao-e-nosso-arra-urru/</link>
		<comments>http://www.tribuneiros.com/2008/11/15/uzbequistao-e-nosso-arra-urru/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 15 Nov 2008 04:32:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogue da Casa]]></category>

		<category><![CDATA[Bunyodkor]]></category>

		<category><![CDATA[campeão]]></category>

		<category><![CDATA[Flamengo]]></category>

		<category><![CDATA[futebol]]></category>

		<category><![CDATA[Galo]]></category>

		<category><![CDATA[Luisão]]></category>

		<category><![CDATA[Rivaldo]]></category>

		<category><![CDATA[rubro-negro]]></category>

		<category><![CDATA[uzbeque]]></category>

		<category><![CDATA[Uzbequistão]]></category>

		<category><![CDATA[Zico]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tribuneiros.com/2008/11/15/uzbequistao-e-nosso-arra-urru/</guid>
		<description><![CDATA[
Que mané Rivaldo e Luisão&#8230; Técnico Zico - campeão uzbeque pelo Bunyodkor.
Vai, Galo! Rumo aos 24 territórios!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/zico.jpg" alt="zico.jpg" width="297" height="212" /></p>
<p align="right"><em>Que mané Rivaldo e Luisão&#8230; Técnico Zico - campeão uzbeque pelo Bunyodkor.</em></p>
<p>Vai, Galo! Rumo aos 24 territórios!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tribuneiros.com/2008/11/15/uzbequistao-e-nosso-arra-urru/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>O cocô desagua no mar&#8230;</title>
		<link>http://www.tribuneiros.com/2008/11/14/o-coco-desagua-no-mar/</link>
		<comments>http://www.tribuneiros.com/2008/11/14/o-coco-desagua-no-mar/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Nov 2008 19:46:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>C.A.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogue da Casa]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tribuneiros.com/2008/11/14/o-coco-desagua-no-mar/</guid>
		<description><![CDATA[
&#8230; mas o Rio de Janeiro continua lindo.
Bom final de semana!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/mar.jpg" alt="Foto de Márcia Foletto, O Globo" /></p>
<p>&#8230; mas o Rio de Janeiro continua lindo.</p>
<p>Bom final de semana!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tribuneiros.com/2008/11/14/o-coco-desagua-no-mar/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>A boa de hoje</title>
		<link>http://www.tribuneiros.com/2008/11/12/a-boa-de-hoje/</link>
		<comments>http://www.tribuneiros.com/2008/11/12/a-boa-de-hoje/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 12 Nov 2008 18:39:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bruna Demaison</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Coluna da direita]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tribuneiros.com/2008/11/12/a-boa-de-hoje/</guid>
		<description><![CDATA[(...) "Entre Mattes e biscoitos Globo eles atualizaram teorias sobre o amor, falaram sobre solidão e concluíram que algumas lições a gente aprende, depois da primeira vez é sempre mais fácil." (...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A vida era uma sucessão de sábados sem domingos nublados ou só fica na memória a euforia e pouca responsabilidade? Em um desses domingos pós-El Niño os três se reencontraram na areia. </p>
<p>Como chegávamos na Cidade do Rock de van e dava certo? Onde foi parar a fita daquele Carnaval em Tiradentes? Lembra quando íamos até a Barra toda semana para ver o mesmo show? “Eles ainda tocam lá, eu recebo os emails”. Todos riram – por que diabos ainda recebem emails de uma boite que não freqüentam há mais de cinco anos? O expatriado já tinha aprendido o novo point da praia e queria saber aonde os outros iam agora.</p>
<p>Poucas horas antes a noiva continuava linda, o noivo continuava tomando glicose e várias sandálias jogadas pelo salão esperavam as donas de Havaianas acabarem a décima taça. Já tinha tocado até Adocica, mas os fortes ainda dançavam (ou os que não queriam voltar para casa, às vezes parece que a noite passou rápido demais). É aonde vão agora, a casamentos. Quando respondiam àqueles emails colocando nomes na lista o grupo era tão grande que as meninas dançavam com as bolsas no meio da rodinha. Hoje a noite já começa com mais casais formados do que os que geram assunto no dia seguinte, e ela se pergunta se deletou o aviso sobre a arca de Noé ou teria outra explicação para só ver duplas aonde quer que olhe.</p>
<p>Recuperando as forças em frente ao ex-Caneco, se lembravam de quando tinham absoluta certeza de tudo, opinião nem era opinião, era uma tese irrefutável. Há anos debatem relacionamentos em frente ao mar. Eles ainda acham que têm mais homens no mundo do que mulheres, ela ainda escolhe melhor os empregos do que os namorados. Ela ficou mais cínica? Ele ficou mais doce. O outro ficou noivo. As mulheres cariocas fazem charme, se a Igreja não interviesse talvez as pessoas decidissem viver na farra, o relógio biológico é perdoável, a pressão da sociedade não. O cinismo é por defesa, a doçura é por maturidade, o noivado é pra setembro. Entre Mattes e biscoitos Globo eles atualizaram teorias sobre o amor, falaram sobre solidão e concluíram que algumas lições a gente aprende, depois da primeira vez é sempre mais fácil. </p>
<p>O fim de semana passou, a ressaca também, os emails da boite&#8230; deixa ali. Vai ver provam que os três ainda são muito novos. Ou não provam nada, certa mesmo é a filosofia do barraqueiro – nessa vida só fica o motorista e o cobrador porque o resto&#8230; Ainda bem.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tribuneiros.com/2008/11/12/a-boa-de-hoje/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Fragmento de um exercício literário IV - obra em compasso</title>
		<link>http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/fragmento-de-um-exercicio-literario-obra-em-compasso/</link>
		<comments>http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/fragmento-de-um-exercicio-literario-obra-em-compasso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 19:04:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>C.A.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Coluna da direita]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/fragmento-de-um-exercicio-literario-obra-em-compasso/</guid>
		<description><![CDATA[(...) "E eu a rasgarei, inteiro, inteira. Eu a escreverei, completa, completamente, até onde for, até onde houver... Eu a escreverei no chão. De chão. Por chão. A estrada a ser percorrida. A floresta a ser descoberta. Vivida. A literatura a ser... Uma literatura." (...)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>(&#8230;)</p>
<p>O meu projeto, definição melhor não encontrarei&#8230; O meu projeto é amazônico. E não só no conteúdo, caro Daniel, mas na forma, nos meios, na intensidade&#8230; Na entrega. Eu me deixarei ir. Eu me lançarei – e me lançarei como escritor, também. Eu, Guilherme Caracala, escritor. Porque, sim, porque encontrei o objetivo, o assunto, o meu assunto, a descoberta de me legitimar a escrita – de me referendar o escritor que sou e digo que sou. Ah&#8230; Venderei tudo, tudo o que tenho, carro e tudo – e me irei. Largarei tudo – e então será. Serei. Compreende, Daniel? Uma grande viagem, meses, suponho quatro ou cinco ou seis, e mais, se preciso for, cortando a imensa transversal amazônica – a Transamazônica –, desde Picos, no Piauí, onde começa, até Cruzeiro do Sul, no Acre, onde termina, ou deveria terminar, até onde Transamazônica houver&#8230; Percorrer a imensa e maldita estrada dos militares – esta estrada de terra, de chão, de que muito se fala, de que todos falam, mas que poucos, raros, conhecem. Eu a conhecerei. Tão extensa&#8230; Tão fascinante! E eu a rasgarei, inteiro, inteira. Eu a escreverei, completa, completamente, até onde for, até onde houver&#8230; Eu a escreverei no chão. De chão. Por chão. A estrada a ser percorrida. A floresta a ser descoberta. Vivida. A literatura a ser&#8230; Uma literatura. Dos meus passos, as digitais eu marcharei num diário: &#8220;O diário da Transamazônica&#8221; – eis o meu título – e talvez por subtítulo eu me venha de resolver: &#8220;O diário da Transamazônica – a estrada de que todos falam e ninguém conhece&#8221;. Eu a conhecerei&#8230; E nela tudo cabe, caberá; tudo pode. A literatura toda, inclusive. Nela. Como não? A partir dela&#8230; A literatura virgem. Inexplorada. A literatura a ser escrita. Universal. Amazônica. Futura. Literalmente: amazônica&#8230; Que tudo abriga e testa e encuba. A literatura em movimento, diária, vivida; o autor dentro da floresta, dentro da literatura, escrevendo nas margens da imensa estrada&#8230; E eu a escreverei, reportagem e ficção ao mesmo tempo, trepadas e trepando-se. Eu o escreverei&#8230; Um diário que não só diário – mas tudo quanto possa ser escrito. Vou me embrenhar na floresta e a floresta eu quero ser, as coisas da floresta, nas coisas da floresta, na gente da floresta, e quererei foder as índias e lhes chupar os seios murchos&#8230; E me deixar picar-cheirar-fumar das mais poderosas drogas indígenas, e me permitir então sair da rota um pouco, apaixonado por uma cabocla de impossível beleza, fugir do rumo e lhe comer os suis todos, e assim desviar do norte ao qual, porém, sempre voltarei e que será, sempre, o corte vermelho da estrada em meio ao infinito verde, que desafia e penetra e invade e sangra&#8230; Farei cada metro de meu caminho sob os meios que a floresta me oferecer e dela, do que dela descobrir e puder ler, tudo darei conta – tudo escreverei. Tudo&#8230; Não quero um passo de favor, Daniel, um centímetro. Nada. E não quero coisa alguma omitir. É isso. A dignidade fundadora&#8230; Se quem lá vive se desloca a pé, a pé me irei. E se de carro, de ônibus, por onde ônibus houver e passar ônibus, ônibus serei – e depois um barco, uma balsa, como for, um jumento. Eu me quero ir como os de lá, como os amazônicos vão – como eles se locomovem, através dos transportes possíveis e usuais, por piores que sejam, por ausentes que sejam, por inexistentes. Sou um escritor. Eu crio&#8230; Eu quero ver o que deu certo – porque algo de certo, de produtivo, algo resultou, não é possível&#8230; Eu quero ver no que deu aquelas agrovilas e aqueles projetos monumentais de migração – e em que se fizeram aquelas pessoas? Quero confrontar o que se previra e o que, por fim, fixou-se. Quero saber das pessoas&#8230; O que delas hoje há? Esperança – haverá? Houve, um dia? Frutos? Famílias? Cidades? As cidades! Cidades muito significam&#8230; Eu me interesso pelas vilas, pelas cidades que nascem e crescem em função de uma estrada – e se assim é, se assim foi, algo de bom existe, resiste, insiste&#8230; Algo que se aprofunda e enraíza – e fica. Algo ficou e venceu&#8230; Suponho que sim, meu caro Daniel, e mesmo me motivo em crer que o futuro lá ainda não chegou porque&#8230; Porque o futuro lá será. Porque o futuro está por ser escrito, pavimentado&#8230; É assim que se constrói uma estrada continental – como se constrói um livro: de chão, de terra, estrada pioneira, de atração, de fixação, que se vai a pavimentar, revisar, aos poucos, na medida da ocupação, do desenvolvimento, da releitura. Quero comprovar, verificar, a força deste sonho reincidente em mim, este segundo o qual talvez se tenha errado o cálculo, errado muito, mas que a Transamazônica ainda será, ainda virá&#8230; E eu quero testemunhar – quero escrever a nova previsão: em trinta anos, senhores, em trinta anos a imensa transversal será o que dela sempre se esperou e, depois, imediatamente depois, desacreditou-se&#8230; Amaldiçoou-se. Esta é a minha premissa. De onde parto&#8230; Ah, a política! Os que a idealizaram já se foram, morreram, malditos ou amaldiçoados também – e os que os sucederam, os próprios militares, os gênios da caserna, os intelectuais, os magos, eles próprios, sem dar o devido tempo de maturação à estrada monumental, o tempo necessário, o tempo justo, o tempo de justificar e consolidar tamanho investimento e de lhe dar prosseguimento, os próprios militares sufocaram-na num sem-trégua de abandonos, de sucateamentos, de ressentimentos, na falta de manutenção, de continuidade, no deixá-la à sorte da floresta, que engole e chove e alaga e destrói&#8230; E não será sob continuidade, sob atenção, que se faz uma estrada de proporções continentais? Não será sob o perene que se irriga e frutifica? Não será assim que se constrói, que se faz uma estrada no Brasil? Ou qualquer coisa? Ou mesmo o Brasil – o país? Não foi assim com a Belém-Brasília?, outrora diminuída, ridicularizada como a “estrada das onças”, que ligava o nada a lugar nenhum, aberta por Juscelino, o megalômano, o louco, como estrada pioneira, assim como deve ser, de chão, de terra, para depois, à medida de sua ocupação, à medida que são ocupadas, habitadas as suas margens, à medida que se aprofunda a penetração e nascem as estradas vicinais, os afluentes, as vilas, as vidas, então passar a ser paulatinamente pavimentada, coberta de asfalto – assim como com a Belém-Brasília se deu, aberta por Juscelino, o democrata, e pavimentada pelos militares, os tiranos déspotas filhos-da-puta&#8230; Não foi assim? Não é assim que se governa, que se faz, patrioticamente, um país, com a mentalidade do estadista, de se reconhecer, a despeito da discordância política, ideológica, a premência do desenvolvimento e a importância das realizações e conquistas alheias – e a elas dar fluxo e tempo e consciência e crescimento? Não é assim? Não foi assim que se fez, aliás, Juscelino, o mito – o visionário empreendedor? Pelo trabalho dos malditos que lhe deram fé e seqüência e eternidade? E não será essa a noção essencial de progresso – não? O que se constrói dia após dia – não será? Não, Daniel. Eu respondo&#8230; Não! Não para a Transamazônica. E não para quase tudo no Brasil mesquinho&#8230; No Brasil que se interrompe. Embora pudesse ser, já então, a estrada decisiva para o desenvolvimento e a ocupação racional e produtiva da Amazônia, melhor serviria, abandonada, como instrumento político de estigmatizar os militares mais desgraçados, os elefantes brancos, os faraônicos – já faz quase quarenta anos&#8230; E ainda assim, quero dizer, ainda assim, acredito, mais cedo ou mais tarde: ela será. A Transamazônica – ela será tudo aquilo que seus criadores esperavam. E será mais! O instrumento de uma integração afinal muito maior do que aquela inicialmente suposta, meramente física e social, com contornos de segurança nacional. Muito maior&#8230; É-lhe o destino inescapável: ser o caminho e encontro dum país que ainda não se conhece e que, sem se conhecer, maldiz-se; ser o caminho para que um país, preferindo-se mítico, folclórico, afinal se veja como é e se veja inteiro. É-lhe o destino inescapável: crescer junto, marco de consciência, de se explorar e transformar, de se mover, de se tocar – de ser-se&#8230; E depois, bem, depois vieram os civis. Pronto&#8230; O estigma de obra militar a mais simbólica, auge da monumental farsa de um milagre sem santos, resultou em que se a enterrassem de vez, a estrada – e sem dó. Ou melhor: que se a varressem para baixo do tapete, que a escondessem, já que continuaria existindo, que continua existindo, que permanece, persiste, largada ao mundo e à sua fome&#8230; Eles eram todos, de qualquer lado, produtos daquele mesmo sistema, os políticos, os tancredos, os sarneys – e se refizeram, trocaram de pele, destruindo tudo que, não sendo humano, fosse, como eles, lembrança e memória do que não mais interessava, do que se pretendia descartar, da carcaça ressecada e finalmente desbotada num mato desses&#8230; Eles assim achavam, tolos, que se restariam vivos, todos. E morreram. Todos. Cada um a seu jeito. Mortos de não ver a vida dela, da estrada, do futuro, logo ali, logo ali&#8230;</p>
<p>(&#8230;)</p>
<p>Leia <em>Fragmento de um exercício literário - obra em progresso</em>, <a href="http://www.tribuneiros.com/2008/05/26/fragmento-de-um-exercicio-literario/">aqui</a>.</p>
<p><em>Fragmento de um exercício literário II - obra em recesso</em>, <a href="http://www.tribuneiros.com/2008/07/25/fragmento-de-um-exercicio-literario-ii-obra-em-recesso/">aqui</a>.</p>
<p><em>Fragmentos de um exercício literário III - obra em regresso</em>, <a href="http://www.tribuneiros.com/2008/09/03/fragmento-de-um-exercicio-literario-iii-obra-em-regresso/">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/fragmento-de-um-exercicio-literario-obra-em-compasso/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>E vem aí&#8230; Talk-Show dos Tribuneiros!</title>
		<link>http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/e-vem-ai-talk-show-dos-tribuneiros-convidados/</link>
		<comments>http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/e-vem-ai-talk-show-dos-tribuneiros-convidados/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 16:23:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Pim</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogue da Casa]]></category>

		<category><![CDATA[Bernardinho]]></category>

		<category><![CDATA[Carlos Andreazza]]></category>

		<category><![CDATA[David Letterman]]></category>

		<category><![CDATA[Dunga]]></category>

		<category><![CDATA[entrevista]]></category>

		<category><![CDATA[Felipe Moura Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Fernanda Young]]></category>

		<category><![CDATA[Galvão Bueno]]></category>

		<category><![CDATA[humor]]></category>

		<category><![CDATA[Jô Soares]]></category>

		<category><![CDATA[Jon Stewart]]></category>

		<category><![CDATA[talk-show]]></category>

		<category><![CDATA[Tribuneiros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/e-vem-ai-talk-show-dos-tribuneiros-convidados/</guid>
		<description><![CDATA[Há quem já saia de fininho&#8230;

Há quem já desconfie&#8230;

Há quem já se desespere&#8230;

Há quem já esteja pronto para assistir&#8230;

E há até quem já disfarce a tensão&#8230;

Talk-Show dos Tribuneiros &#38; Convidados - Ao Vivo no Rio!
Em dezembro: aguardem.
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há quem já saia de fininho&#8230;</p>
<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/josoares_escondido.jpg" alt="josoares_escondido.jpg" /></p>
<p>Há quem já desconfie&#8230;</p>
<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/fernandayoung_brava.jpg" alt="fernandayoung_brava.jpg" width="278" height="434" /></p>
<p>Há quem já se desespere&#8230;</p>
<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/davidlettermanbuggeyed.jpg" alt="davidlettermanbuggeyed.jpg" /></p>
<p>Há quem já esteja pronto para assistir&#8230;</p>
<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/jonstewart_canudinho.jpg" alt="jonstewart_canudinho.jpg" /></p>
<p>E há até quem já disfarce a tensão&#8230;</p>
<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/galvao_dunga_bernardinho.jpg" alt="galvao_dunga_bernardinho.jpg" width="297" height="222" /></p>
<p><em>Talk-Show dos Tribuneiros &amp; Convidados</em> - Ao Vivo no Rio!</p>
<p>Em dezembro: aguardem.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/e-vem-ai-talk-show-dos-tribuneiros-convidados/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
		<item>
		<title>Que cousa! - sucesso estrondoso</title>
		<link>http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/que-cousa-sucesso-estrondoso/</link>
		<comments>http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/que-cousa-sucesso-estrondoso/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 11 Nov 2008 16:08:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>C.A.</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Blogue da Casa]]></category>

		<category><![CDATA[camisa tribuneira]]></category>

		<category><![CDATA[Carlos Andreazza]]></category>

		<category><![CDATA[Felipe Moura Brasil]]></category>

		<category><![CDATA[Que cousa!]]></category>

		<category><![CDATA[Tribuneiros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/que-cousa-sucesso-estrondoso/</guid>
		<description><![CDATA[
Eu mesmo [C.A.], gastando a imagem [de atitude rapper&#8230;] apenas para mostrar que a camisa - que cousa! - ficou ainda melhor depois da primeira lavagem.
Leitor tribuneiro, é com monumental orgulho que informamos: vencida [apenas] uma semana desde o lançamento, a camisa Que cousa! vem de bater a casa de precisas oitenta [80] unidades vendidas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.tribuneiros.com/wp-content/uploads/2008/11/ca_quecousa_lagoa1_close2.jpg" alt="ca_quecousa_lagoa1_close2.jpg" /></p>
<p align="right"><em>Eu mesmo [C.A.], gastando a imagem [de atitude rapper&#8230;] apenas para mostrar que a camisa - que cousa! - ficou ainda melhor depois da primeira lavagem.</em></p>
<p>Leitor tribuneiro, é com monumental orgulho que informamos: vencida [apenas] uma semana desde o lançamento, a camisa <em>Que cousa! </em>vem de bater a casa de precisas oitenta [80] unidades vendidas. (E faltam bem-bem poucas)&#8230;.</p>
<p>Garanta logo a sua. É improvável, aliás, que a reeditemos, uma vez que valorizamos o caráter exclusivo de tudo quanto tenha a chancela tribuneira. (Outras camisas virão, decerto, mas sempre diferentes - sempre sob a idéia de uma coleção a se formar).</p>
<p>Em tempo: para além da arte brilhante [salve, Pedro Peracio!], trata-se de um produto de excepcional qualidade, como já comprovam as lavagens - malha boa, consistente, duradoura, bem como duradouro e resistente é o <em>silk</em>.</p>
<p>Quem comprou, gostou. (E já há quem esteja levando a segunda)&#8230;</p>
<p>Veja como adquiri-la - <a href="http://www.tribuneiros.com/2008/11/03/as-camisas-tribuneiras/">aqui</a>.</p>
<p>Saudações as mais tribuneiras!</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.tribuneiros.com/2008/11/11/que-cousa-sucesso-estrondoso/feed/</wfw:commentRss>
		</item>
	</channel>
</rss>
