“(…) Chega uma hora na vida da gente (e Juveninho não sabe como seria “uma hora na morte da gente”) que as coisas vão ficando fáceis por um lado (o da pegação, da sacanagem, do suingue) e bem difíceis por outro (o do amor, do romance, da disponibilidade). Todo mundo já tem passado (presente…) demais. (…)”
Celso Amorim, Lula, Ahmadinejad… Será que só eu senti falta do Dunga nesta foto?
Em que consiste um final de semana em que há eleições democráticas [sic] em Cuba - sim, a canalha ainda insiste em nos vender este engodo - e em que se celebra um acordo [pantomima escandalosa!] para o tratamento civilizado de urânio […]
“(…) Diferente de outras casas, a frase “posso viajar com meu namorado?” não desencadeou uma crise paterna, mas uma palestra sobre o histórico da revolução feminina, visitas à fábricas de anticoncepcionais, participação em uma roda de debates sobre o relatório Hite e um k7 do Chico com “joga pedra na Geni” para o caso da sociedade não me compreender. (…)”