Axl Rose e seu músico - que não nos interessa -, no último domingo (04/04/2010), na Praça da Apoteose.
Já está no ar, na Coluna da Direita, o texto de Felipe Moura Brasil (Pim): Juveninho N’ Roses.
Mais de 55 anos depois, Juveninho, enfim, justifica a existência do rock.
Que agora já pode desaparecer.
“(…) No homem comum, ele diz, a necessidade afetada de parecer gente boa já sinaliza a falta de atributos. No artista, se não é prova duma obra sem vigor, é desejo de aparecer mais do que ela. (…)”
Se alguém me perguntasse qual é a maneira mais objetiva e contundente de se perder votos no Rio de Janeiro?, eu responderia sem vacilar [talvez depois de propor uma menção honrosa a Cesar Maia]: pose ao lado de Anthony Garotinho.
Assim, Dilma Rousseff, assim, francamente, nem o Lula vai dar conta…