Deu em O Globo [aqui] - declaração do grande Zeca Pagodinho, para a minha profunda vergonha [alheia]:
“Como amo carnaval, se eu tivesse dez corpos sairia em todas as escolas, mas é cansativo. Por isso, venho na Portela e na Grande Rio, que é onde vai rolar uma verbinha. Mas não vou desfilar só […]
É amanhã [sexta, 29 de janeiro, a partir das 22h] a grande festa desta grande escola de samba que é o Império Serrano.
O evento contará com as participações especiais de Dorina, Gabriel Cavalcante, Alex Ribeiro [filho do saudoso Roberto Ribeiro] e Meninas da Serrinha, além de todos os segmentos da escola - com […]
… a geração megaevento se prepara para vestir o abadá.
Está no ar a crônica Juveninho e os amores impossíveis, de Felipe Moura Brasil (Pim).
Leia na Coluna da Direita - ou, diretamente: AQUI.
“(…) Acha, Juveninho, que o destino de sua geração é mesmo a micareta no asilo: comprando o abadá do primeiro lote, você já leva um babador. (…)”
Martinho e Moisés, melhores amigos de infância
A considerar a patrulha que este texto despertou em respeitáveis sites e blogues da cidade, gostaria de reforçar cada uma das palavras que vão abaixo. Eis um escrito atual - e incômodo, mas apenas para os mistificadores.
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Estou, faz tempo, para escrever a respeito… (E se enganará quem supor que […]
Neste momento, verdadeiramente, só duas coisas me interessam: o amor [da minha Carol], sobre o qual só falo a dois, e o glorioso Império Serrano, razão pela qual, faltando apenas 26 dias para o sábado em que ganharemos a Sapucaí e mostraremos quem é quem entre as escolas de samba, reproduzo, na íntegra, o post […]
A coisa é quente - e quem convida é meu confrade imperiano Marcelo Moutinho, idealizador e organizador do livro: Canções do Rio, que sai pela Casa da Palavra, reúne ensaios de João Máximo, Sérgio Cabral, Nei Lopes, Ruy Castro, Hugo Sukman e Silvio Essinger dedicados a contar como nossa cidade foi cantada ao longo da […]
Nenhuma atividade ilegal - criminosa e assassina - será compreendida [admitida], aqui, como alternativa de inserção-ascensão social e de reparação pela desgraça racista e furiosamente discriminatória que caracteriza o Rio de Janeiro [o Brasil] desde a abolição da escravatura.
Excluídos dos salões do poder! - não há acesso negado no mundo [porta-fechada nenhuma] que me faça […]
“(…) Há duas maneiras básicas de distinguir entre menininhas e mulheres. A primeira é simples. Menininhas não podem largar as ‘miguxas’. Já as mulheres dizem às amiguinhas que vão ali com você, e pronto. (…)”
Vi, não faz cinco minutos, um bicheiro deficiente-físico. (E não terá sido o primeiro). O leitor compreende?
Um apontador do jogo-do-bicho cujas pernas são inúteis!
Um agente - a ponta mais visível do sistema - de um poderoso emaranhado ilegal, de uma monumental rede criminosa, que pode prescindir das pernas, que se locomove numa cadeira-de-rodas; porque sabe […]