[Este texto vai na intenção do grande rubro-negro Luiz Carlos Fraga]
A vigarice segundo a qual um clube com as tradições do Grêmio possa entregar um jogo tem origem na canalha que comanda a imprensa paulista e que pretende esvaziar um certame que não terá - não terá! - por campeão o “grande modelo de organização […]
Aos leitores não-cariocas, eis o Coqueirão [sim, um coqueiro alto, que dá coco], próximo do calçadão, na Praia de Ipanema: o point de Juveninho.
O personagem mais cobiçado da Casa está de volta à Coluna da Direita, na crônica Juveninho e o Flamengo.
Leia - aqui.
[Rumo ao hexa!]
“(…) Há anos, os amigos dizem que ele perdeu a paixão pelo Flamengo. Que abandonou o Maracanã. Que jamais superou o gol de barriga do Renato. Que, depois do Romário, nem o Pet o trouxe de volta. Juveninho ignora. Para ele, quem ama de verdade – e as verdades - busca sempre novos ângulos para contemplar o seu amor. (…)”