Que bonito é
“[…] Os times foram entrando em campo e pensei em que tipo de auto-ajuda é aplicado aos que vão enfrentar aquele estádio sob vaias. Eu não sairia do vestiário nem que acenassem com milhões, minha auto-estima jamais se recomporia nem com uma taça em solo inimigo. Quase pedi – gente, vaiar, não! Mas descobri que vaiar é muito legal. […]”