É verdade que a nossa imortal Coluna da Direita às vezes sofre um apagão involuntário (por culpa das “tempestades”, sem dúvida), mas o leitor tribuneiro (de olhar já viciado para o Blogue, reclamando da nossa ausência até mesmo quando já estamos no ar) não deixe de conferir - sempre - os novos textos da Casa […]
“[…] Seria burra! Ingênua. A meta era parecer indefesa. Nem teria mais metas, só sonhos, tudo seria o sonho e ela a-ma-ria qualquer coisa, sílabas bem destacadas com exclamações!!! Queria inspirar crônica de Juveninho. […]”
“Onde estava Juveninho durante o apagão? Com quem? As morenas do mundo inteiro exigem uma resposta. Ou duas. (…)”
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Não queria escrever a respeito, mas um pequeno texto [aqui] de Marcelo Moutinho - valente companheiro nessa empreitada contra a canalha bicheira - obrigou-me ao registro: sinto vergonha alheia, vergonha pelo prefeito Eduardo Paes, ao imaginá-lo lendo a reportagem de O Globo que revelou o regabofe para magistrados bancado pela Liga Independente das Escolas de […]
[…] “Tentou impávida esconder o óbvio; que estou certo, que nosso amor existiu e foi mais do que temos hoje – cada um, separados. E que nada hoje teria o mesmo sentido se não fosse por nós, certo ou errado. Erramos tanto no passado que só o presente pôde nos provar que estávamos certos.” […]
O Ministério da Educação também é responsável pela barbárie que arruinou - moralmente - a estudante Geisy Arruda. E já não adianta “condenar”, assim, na ponta dos pés, a tal Uniban, que vem de expulsar a moça. O MEC age - posiciona-se - com atraso. De anos, a bem da verdade. Porque essa Universidade Bandeirantes […]
A gente só não pode perder a capacidade de se emocionar, e é por isso que lhes apresento - graças ao esforço da rádio Tupi - um trecho da gravação do samba-enredo do Império Serrano para 2010.
É a terceira faixa: AQUI
Lindo.
Escutem a bateria - a bateria! - de uma escola de samba; escutem este deslumbrante […]
Queria pousar [com atraso] duas palavras sobre o caso [custo a crer em que aquilo ocorreu] da estudante Geisy Arruda, hostilizada, humilhada, agredida por centenas de colegas simplesmente porque usava um vestido vermelho curtíssimo nas dependências da universidade - uma tal Uniban. (Uma daquelas faculdades particulares que reúne, por campus, variedade fabulosa de barzinhos)…
O vestido […]