“(…) A fim de justificar a vitória de Obama - há apenas 37 semanas no governo dos EUA -, o presidente do comitê alegou: ‘Se você olhar para a história do Prêmio Nobel da Paz, nós temos tentado, em várias ocasiões, realçar o que várias personalidades estão TENTANDO fazer’. Ok. Juveninho já entendeu. De boas intenções o Prêmio Nobel está cheio. (…)”
“[…] Queremos quem sacie a sede que ainda nem sentimos, convívio com os que dão sorrindo o que nem pedimos, tranqüilidade é descobrir que é para responder às perguntas ainda não feitas que colecionamos inutilidades vida afora. São as visitas à meia-noite que devolvem o fôlego, bússola para a tormenta sem a qual não seguimos – uma e outra. Somos caos. […]”
Barack Obama é o Nobel da Paz. Mas, por quê? (Pergunto sinceramente). Por quê?
O que este senhor fez para que se justificasse a premiação? Que, de resto, julgo irrelevante. (Até Yasser Arafat já a levou)…
Vou lhe dizer, leitor tribuneiro: Obama substituiu George W. Bush. Ponto final. Fosse eu [com esta minha beligerância toda!] o sucessor […]