A linda e louca da Vila Olímpia
“[…] Não reflito nem um passo e arrisco a incumbência de desafiar minha experiência – meu conhecimento – e circular por quilômetros na madrugada vazia paulistana. E, mais uma vez, não é-me mais mistério, me rendo inteiro à beleza, ao sorriso, aos olhos. Não tenho outro motivo que não seja a farsa da esfuziante beleza; não quero outro impulso. […]”