por Felipe Moura Brasil (Pim) - Domingo, 16 de Augosto de 2009, às 20:09
Para esquecê-la, procurei mulheres
Em cada esquina virtual, e pude
Multiplicar minhas paixões estéreis
Numa histérica e eterna juventude.
Amei com devoção e amiúde
As moças do meu tempo, como o alferes
A despeito da pátria às vezes rude
Levanta diariamente os seus halteres.
E agora, se no mundo já não cabe
A saudade de todas, que desabe
Nos meus versos a dor de cada uma!
Esquecer, não se esquece (já se sabe) -
Quer se mate, quer doa, quer acabe
Num poema de amor - mulher alguma.
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Domingo, 16 de Augosto de 2009, às 12:02
As duas últimas estrofes estão sensacionais!
Domingo, 16 de Augosto de 2009, às 12:48
Mas que cousa formidável!
Domingo, 16 de Augosto de 2009, às 17:22
E eu achando que só o sapinho era romântico.
Domingo, 16 de Augosto de 2009, às 19:29
Adoro ver vocês falando de amor!