por C.A. - Domingo, 26 de Julho de 2009, às 12:32

Zé Carlos, campeão brasileiro de 1987 [eu estava lá], o primeiro goleiro da minha vida - da minha memória.
Pós-escrito [18h01]:
É por causa de um momento como este - este em que Andrade, às lágrimas, dedica a vitória do Flamengo ao amigo Zé Carlos - que eu continuo acreditando no futebol e no esporte. É este o momento - o grande momento - que me justifica como torcedor.
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Fica, Andrade!


Domingo, 26 de Julho de 2009, às 14:36
Felizmente o único que, chegada minha vez de agarrar nas peladas de moleque, me fazia gritar o nome a cada defesa: “Zé Caaaaaarlos no gol!”…
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 17:55
Amigo,
Fiz minha homenagem a este inesquecível no meu modesto blog. Espero que você goste.
http://tribunadojobi.blogspot.com/2009/07/inesquecivel.html
Um abraço,
Gomide.
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 18:09
Grande personagem!
Merece a homenagem de qualquer um que goste de futebol.
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 22:48
Meu primeiro goleiro foi Paulo Vítor. De fato, bonita a cena de hoje.
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 05:23
O meu primeiro foi Ubirajara.
FICA ANDRADE!!!!!!!
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 13:44
Graaande figura !
Vale lembrar que também era munido de grande sorte , proporcionando defesas incriveis …
Eufemismos a parte , era um grande cagão, o que nao diminiu seu brilho e talento …
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 13:45
Cris, a grande história é feita dos grandes cagões!
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 15:30
Emocionante mesmo esse choro do Andrade. Lindo pela espontaneidade, mais lindo ainda quando diz ao repórter que está no clube desde a infância, resumindo e justificando toda a emoção. Porque, cá pra nós, não deve ser fácil…Só um grande amor e uma pessoa grande poderiam dar conta. Um grande momento!
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 16:43
Essa declaração do Andrade vai à contramão do que é, hoje, o futebol. (Prova disso – uma só, dentre tantas – foi uma imbecilidade dita pelo Bruno há coisa de alguns meses, questionando o currículo vitorioso do ex-jogador).
O Andrade, aliás, jogava o fino, e foi, em minha modesta, um injustiçado na seleção (em 86, ele jogava muito mais do que Elzo e Alemão). Lembro-me de um golaço que ele assinou com a amarelinha, num amistoso (não me recordo contra quem foi, nem quando, precisamente). Vibrou como se fosse gol de Copa. Uma beleza! (Tentei achar esse vídeo, mas não consegui).
Abraço,
Daniel
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 16:48
Lembro-me bem do Andrade em campo. Um craque. Sempre o achei, Daniel, superior ao Cerezo - e com isso quero dizer que o Tromba foi injustiçado já em 1982, na Espanha.
Com ele na meio, a bola jamais seria atravessada - primariamente - defronte à área brasileira, e Paulo Rossi não teria marcado o segundo gol italiano, falha lamentável do jogador, claro!, do Atlético Mineiro…
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 17:07
Estilos diferentes, Andreazza. O Cerezo jogou muito, era mais dinâmico. O Andrade, mais técnico. É uma tarefa dura, comparar os dois.
Agora, falha por falha - e a do Cerezo foi mesmo, primária -, não podemos esquecer do Júnior (a dar condições ao Rossi!), de braço erguido, clamando por impedimento no terceiro, e derradeiro, gol. E não me venha dizer que o Capacete é tricolor, pois nessa época já tinha virado a casaca.
De acordo?
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 17:10
Daniel, meu caro, eu estaria de acordo se não me norteasse por uma verdade suprema: os Flamengos não falham!
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 18:27
Daniel A. de Andrade,
Se o que você chamou de falha do Júnior aconteceu na partida contra a Itália, lamento informar que continua acontecendo até hoje, em qualquer escanteio que ocorra no futebol. Mundial. Todos os times posicionam jogadores na primeira trave. Mesmo que o craque a quem você se refere sem muito pudor - nem o devido respeito - tenha falhado, ainda assim, o Paolo Rossi continuaria em condições porque não havia ninguém a marcá-lo.
Não preciso lembrar, também, que ele foi o artilheiro daquela Copa, logo, isso jamais poderia ter ocorrido. Em momento algum. Tampouco no primeiro gol deles…
Reveja o lance e os seus conceitos. Tenho certeza de que, ainda que não seja rubro-negro, verá uma grande injustiça no seu julgamento.
De acordo?
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 19:22
Ô Gomide,
Me diz: você leu direito o que escrevi?
Se leu, faça-me – e faça-te – um favor: releia. (Aliás, vale reler, também, o que você escreve, antes de enviar)
Seja como for, se após reler, insistir nessa sua visão - para dizer o mínimo - especial, siga relendo, até que, quem sabe (acho difícil), perceba que o que você entende ser falta de pudor, ou desrespeito, em verdade, é galhofa, sem qualquer intenção de ofensa.
Eu, sinceramente, pelo teor de teu comentário, repito, acho que não adiantará muito. Mas vale tentar, não custa nada.
Domingo, 26 de Julho de 2009, às 01:25
Daniel A. Andrade,
Fiz este favor que você me solicitou e farei sempre que me pedir novamente. Sou um homem generoso. Ainda mais com os amigos e com os amigos destes. Durante a semana, confie, tornarei a reler tudo que escrevi. Até listas de supermercado serão revisadas!
Sua galhofa, não se engane, não passou despercebida. Antes mesmo da releitura que me sugeriu. De minha parte, houve apenas uma provocação. Ainda aprendia a andar em 82 - embora já tivesse idade suficiente para ouvir inesgotáveis piadas sobre o pé frio do Zico.
A minha visão “especial” persiste.
A propósito do seu comentário sobre o Andrade, sugiro o texto do Aydano André Motta. Homenagem na medida certa para um craque que nunca alcançou o reconhecimento que merecia.
http://oglobo.globo.com/rio/ancelmo/chopedoaydano/posts/2009/07/27/lagrimas-de-um-principe-da-bola-208621.asp
Um abraço,
Gomide.