por Pim - Quarta-Feira, 1 de Julho de 2009, às 13:44

Povo hondurenho defende sua democracia, desafiando (também) a propaganda comunista da mídia internacional, sempre capitaneada por CNN, New York Times e Reuters (as únicas fontes de informação da imprensa brasileira…)
Neste mundo obâmico [gramsciano, na verdade], onde fazer valer a Constituição virou golpe [no sentido de tomada ilegítima do poder] - isto é, onde a propaganda sujinha [progressista] impõe sua força até o limite da inversão completa da realidade - só tenho uma observação ao texto desta boa autora [que o C.A. reproduz no post abaixo]: quando ela diz que “A comunidade internacional, pública e privada, ainda não teve o tempo, nem os elementos, para perceber que em Honduras, no domingo, rompeu-se um modelo”, ela está sendo por demais simpática, atenuando a responsabilidade da tal “comunidade”, sobretudo se pensarmos em presidentes e jornalistas.
Não é - evidentemente - uma questão de tempo e muito menos de elementos, pois que eles estão - e sempre estiveram - aí: é apenas o método histérico [chavista, lulista, obamista…] de demonizar qualquer reação a suas [deles] agressões à democracia, mesmo quando esta reação está amparada na lei local e vem para mantê-la. Essa gente gosta de bater sem ser incomodada, de roubar sem ser fiscalizada. (Lula, outro dia mesmo, reclamou que o Brasil tem fiscalização demais…) Honduras mostrou que a América Latina, quase toda sujinha, ainda tem forças para reagir - e com base na Constituição.
Avante, reacionários!


Quarta-Feira, 1 de Julho de 2009, às 18:17
Pim,
Não que eu seja um especialista em Gramsci (na verdade, estou bem longe disso, minhas leituras de seus cadernos feitos na prisão ainda não alcançaram nem a metade), mas sempre acho que as suas referências ao autor são muito “ReinaldoAzevedianas”, que divulga aos 4 ventos apenas a leitura (distorcida, talvez?) que o Genoíno (e a cúpula do PT que tem paciência para ler mais de 20 páginas de uma vez) fez de sua obra.
Se não me engano, você já escreveu um pouco mais sobre Gramsci em algum outro texto, de que agora não me recordo bem.
Mas gostaria (e esse é um pedido que julgo estar fazendo ao vento) que fizeste maiores explanações da tua visão do italiano, juntamente com esse paralelo com um mundo obamista.
Abraços, leke.