Quase dois meses depois do carnaval, os nossos criminosos [canalhas!] da Liga Independente das Escolas de Samba ainda não divulgaram as justificativas das notas dos jurados, o que, imagino, deva ser, mesmo para a mais amoral das mentes, dificílimo de inventar.
“[…] Não o quero julgar, mas meu tataravô, homem-de-deus [servo do senhor] convertido ao prazer e a conturbação, foi gigolô pioneiro, senão aos outros oferecendo o calor da esposa, explorando-lhe os dotes olfativos até que erguessem, juntos [o amor, o companheirismo], um império de ouro - um quarto, trinta metros quadrados, de ouro maciço.[…]”