Carta aberta a Paulo da Costa e Silva
“(…) Caí já outras vezes e me apresento pra próxima derrota na esperança de vencer em contra-ataque. Estou à flor da pele. Há poucas horas, debulhei-me em lágrimas no colo dela. Mas não acho que deixei de ser forte como antes. O fato é que minha força muda novamente de foco. (…)” João Paulo Duarte, hoje, dois anos de Casa, em pleno fulgor de missivista.