Memórias inventadas [II]
“(…) Até então eu jogava futebol, obrigado, como tomava partido em qualquer atividade coletiva: invisível, ao melhor estilo zumbi. Era o último a ser escolhido, sempre, e meus companheiros de time me recebiam como fardo – o que verbalizavam em termos, “melhor seria se jogássemos com um a menos”, que me traumatizariam se pelo esporte eu tivesse alguma expectativa que não a do apito final. (…)”