por C.A. - Quinta-Feira, 19 de Marco de 2009, às 10:12
Curioso [minto] é o caso do garoto-propaganda da cervejaria Cintra, o sub-sambista Dudu Nobre, que se especializa - cara-de-pau contumaz - em vender o que desconhece-despreza, seja carnaval ou cerveja.
Dudu Nobre não bebe, senhoras e senhores, o que me pareceria simplesmente aborrecido se ele, deixando em casa a sua garrafinha de água mineral [sem gelo!], não batesse à minha para propagandear o que desgosta. Aí, de aborrecido, Dudu Nobre vai a… E quanto não lhe valerá o vil metal?
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“Por isso não adianta/ Estar no mais alto degrau da fama/ Com a moral/ Toda enterrada na lama”… [Mauro Duarte]
Pós-escrito [13h37]:
Robinho vem de me telefonar - directamente de Manchester - para dizer que, apesar da fraterna amizade de Dudu, concorda com as linhas acima. (E que se candidata, apropriadamente, para assumir a vaga publicitária do Nobre cantor).
Pós-escrito [13h43]:
E agora é Ronaldinho Gaúcho, de Milão, a me bater um fio: não está nem aí para o Dudu [”ele pensa que é meu amigo…”], mas gostaria de registrar que beber-divulgar Cintra é certamente mais difícil que fingir-aturar o Kaká.


Quinta-Feira, 19 de Marco de 2009, às 15:17
C.A, se a gente for nesse raciocínio, lembremos que o Zeca Pagodinho nunca bebeu Nova Schin. Ele levava as Brahmas escondido quando tinha que ir a um evento público, para não perder o contrato, que acabou rompendo unilateralmente.
Quinta-Feira, 19 de Marco de 2009, às 15:40
Secchin, o Zeca bebe qualquer merda, a despeito de suas preferências. (Se faltar Brahma, tenha certeza, ele bebe Schin). A questão, aqui, é outra. É não beber merda alguma - mas, ainda assim, fazer propaganda de bebida.