por C.A. - Sexta-Feira, 6 de Marco de 2009, às 13:40

Apenas para ilustrar o crime, a imagem [de Diego Mendes] dos 50 metros de buraco que a evolução da Porto da Pedra nos ofereceu - e que ninguém viu.
Publicado hoje [sexta-feira, 6 de março] na coluna Informe do Dia (O Dia), de Fernando Molica:
“O governo estadual e a prefeitura não pagaram pelos comes e bebes que serviram na Sapucaí. Segundo a prefeitura, foi mantida a tradição de o bufê ser oferecido por empresas que atuam no Sambódromo. Seu camarote foi servido pela Fabril Rio, que tem como diretor Jorge Castanheira, presidente da Liesa”.
Parece que a concordância é geral: com tradição não se mexe; salvo se for o Império Serrano, né?
E é isso mesmo, leitor: o presidente da Liesa, o competente administrador do carnaval carioca, é diretor da empresa que abastece os camarotes do Sambódromo. Inclusive os oficiais - neste caso, com uma notável diferença: gratuitamente.


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