Não tenho medo de bicheiro-bandido e não vou subir no muro agora: acredito, sim, que o resultado do carnaval das escolas de samba foi comprado-encomendado pela Liesa - e que esteve decidido no momento exato em que o Império Serrano venceu o grupo de acesso em 2008.
Serei claro: carta-marcada, crime concebido com um ano de […]
Vi todos os desfiles e escrevo de peito aberto: apenas quatro escolas de samba desfilaram melhor que o Império Serrano em 2009 - as quatro primeiras, Portela inclusive.
O Império foi roubado; tungado pela canalha bandida que comanda o carnaval do Rio de Janeiro. (E o leitor pode se preparar: sinto-me um palhaço agora, um trouxa, […]
Este artigo, uma crítica à maneira como são julgadas as escolas de samba, foi publicado ontem [sábado, 21 de fevereiro], na página Opinião de O Globo.
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Gostaria de aprofundar o inegável e já tradicional preconceito contra a escola de samba que abre o carnaval botando também em questão, no que se refere aos vícios dos julgadores, […]
“Vamos julgar os jurados” é o título do artigo assinado pelo nosso valente C.A. hoje, na página principal (7) de Opinião do jornal O Globo, a respeito dos critérios de avaliação das escolas de samba.
A proibição [o medo covarde] de distinguir o melhor do pior - esta praga tão brasileira [sujinha], tantas vezes denunciada nesta […]
“(…) O verdadeiro folião é o triste, o que sabe que a experiência carnavalesca é, sobretudo, uma pequena morte. Durante os dias de Momo, a máscara prevalece e todas as inversões sociais são bem-vindas e necessárias. É quando devemos esquecer o que somos, o que fazemos e, até mesmo, a quem amamos. Esquecimento, eis aí […]
Juveninho, o maior filósofo tribuneiro, está de volta! Entre livros e morenas, entre ginásticas e carnavais, o personagem mais famoso da Casa vem compartilhar sua monumental sabedoria. Prepare o seu coração. Prepare o seu bloquinho.
“(…) Desprezo qualquer campanha que se respalda no medo que as pessoas têm de morrer. Estou aqui – recuperando meu pulmão direito – não por causa do cigarro, mas por ser alto. E nunca vi ninguém no mundo que preferisse ser baixo. Deveria fazer campanha contra os altos – a altura aumenta a probabilidade do pneumotórax espontâneo. (…)”
Com vistas a 2010, em conseqüência das tais [improváveis] prévias do PSDB e sobretudo na condição histórica de Andreazza, gostaria de antecipar meu desgosto pré-eleitoral profundo e incontornável: serei capaz de largar tudo [os escrúpulos que restam…] e me engajar [até] na campanha de Dilma se, com isso, o Brasil não tombar de Aécio […]
Na última vez em que um presidente - Itamar Franco [1994] - foi ao Sambódromo, a República ainda estava extremamente desprotegida e qualquer volatilidade se nos apresentava em calças curtas. (E nós nem nos tocávamos).
Já superamos - creio - esta fase; temos sólidas reservas… Mas torço, ainda assim, para que D. Marisa não resolva testar […]
“(…) Quem não chora não mama, será que ele é, mas que calor! Olha, rapaz, essa história de enquanto o povo se amassa eu furo um olho qualquer não vai dar não, você vai ver que grande confusão. (…)”