por Felipe Moura Brasil (Pim) - Sexta-Feira, 30 de Janeiro de 2009, às 01:13
Por uma estranha, nunca foi tão forte
O desejo; e a paixão, nunca mais pura.
Tanto quero esta moça em desventura
Quanto, antes, no infinito, o nosso norte.
Veio a mim, como vem a nós a sorte
De repente, embalada em formosura,
Mas serena e com tal desenvoltura
Que temi sua partida, como a morte.
E assim, sonhando infâncias no futuro,
O rio em cachoeira, a paz sem muro,
Piqueniques, batuques e sotaques,
Pensei como era linda a fantasia
De sermos, pelo amor, guris de dia
Se à noite, como adultos, formos craques…


Sexta-Feira, 30 de Janeiro de 2009, às 12:16
lindo, pim.
cadê a nova noite tribuneira? adorei a do Ruy Castro.