por C.A. - Terca-Feira, 27 de Janeiro de 2009, às 12:27
Deu em O Globo [aqui]: “Itália convoca embaixador no Brasil para consultas após caso Battisti”.
Fico feliz em saber que os responsáveis pelas relações exteriores italianas sejam leitores deste site - e considerem as nossas sugestões diplomáticas, o que, na condição de autor do texto Ativista e extremista, muito me honra.
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E o grande professor Simas, o nem um pouco diplomático escritor do melhor blogue do país [Histórias do Brasil], em notável forma pré-carnavalesca, acaba de publicar uma nota [com áudio!] sobre o espetacular samba - homenagem a Jorge Amado - com que o Império Serrano desfilou em 1989: aqui.


Terca-Feira, 27 de Janeiro de 2009, às 14:02
Já era esperado. Incrível é que o Brasil contava com a Itália em sua aspiração para ser membro convidado do G-8 e de uma cadeira rotativa no Conselho de Segurança da ONU. Perdeu um forte aliado.
Terca-Feira, 27 de Janeiro de 2009, às 15:10
C.A,
Assim como as decisões do Brasil são soberanas e devem ser respeitadas, considero legítima a reação italiana sobre o caso.
Acho apenas estranho que a diplomacia italiana não tenha agido da mesma maneira quando a França do Sarkozy (que de esquerdista não tem nada) negou há pouco tempo atrás a extradição da Marina Petrella (ex-militante das Brigadas Vermelhas).
Espero que o Brasil mantenha a posição. Quanto a Itália, sugiro que mande uns brasileiros de volta (Tipo um Kaká, Ronaldinho, Julio Cesar, etc.)
Abs
Terca-Feira, 27 de Janeiro de 2009, às 17:03
Eduardo, perdão, mas seria você o Eduardo, antigo leitor da Casa?
Terca-Feira, 27 de Janeiro de 2009, às 18:19
Eduardo, o Júlio César pode ficar. O Bruno fecha o gol. Mas o Kaká eu aceitava de bom grado.
Terca-Feira, 27 de Janeiro de 2009, às 18:21
Eduardo, pegando carona no seu comentário, me parece que o Sarkozy vem tentando há um tempo pegar o vácuo de liderança que a falta de carisma do Bush Filho deixou. Sabe que tenho certa simpatia por uma improvável hegemonia francesa? O american way of life é muito cafona.
Terca-Feira, 27 de Janeiro de 2009, às 13:04
Caro Secchin, não estás sozinho nesta “simpatia por uma improvável hegemonia francesa”.
Terca-Feira, 27 de Janeiro de 2009, às 14:23
Se for pra alguém assumir esse vácuo deixado pelo Bushinho, que seja o Silvio.
“Non si vende Kaka’”
Terca-Feira, 27 de Janeiro de 2009, às 19:45
Um mundo mais francês seria ótimo. Sem contar que, a despeito da elegância da sra.Obama, primeira-dama do mundo, a estonteante Carla Bruni é insuperável.