por João Paulo Duarte - Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 14:43
Experimenta como se fosse o início. Dá-me o beijo do passado. Encontra-me no futuro dos meus olhos. Eu me agarro em você, no nosso amor inolvidável, envolvido por suas pernas, entrelaçado nas nossas dúvidas. Enfureci-me em meus erros, supliquei minha própria ignorância. Equivoquei-te no que eu mesmo tracei.
Puxo do fundo a certeza do ensejo de nós dois, ultrapassando a dor do corte fundo. Sorri pra mim no seu silêncio, que eu te mostro que entendi o seu amor. Enxugo suas lágrimas com as minhas, no meu pranto. Preciso que me ame no próximo ato.


Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 15:31
Lindo, Rei.
E que o próximo ato nunca vire o último.
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 15:50
Lindo!! sem mais palavras…
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 16:14
que romantico…
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 07:18
Uau !!!!!!!!
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 12:52
JP diz o que a gente, quase sempre (ou sempre!), sempre quis dizer para as nossas garotas.
É isso, meu irmão!
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 13:40
Bezerra, meu bom amigo, moleque-capoeira-tribuneiro, muito obrigado por este grande elogio.
Você é camarada do coração.
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 16:05
Joao,
Se fosse sua namorada e lesse isso, terminaria no ato!
mais brega impossível, vc consegue escrever melhor sobre amor…
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 07:45
Não tem nada de brega. É elegante. Lindo!!!
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 14:03
Releia muitas vezes o que escreveu e reflita
(Mariana,
estou com você.
O estilo elegante e sincero nunca será cafona.)
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 12:13
Eu adoro uma coisa “mezzo” cafona.
Sempre gostei de Elymar, uso camisas sociais de gola e punho diferenciados e tenho anel no dedo mínimo e pulseira no pulso direito.
Se é pra incluir o Reizinho nessa lista, eu incluo.
Podem acusá-lo de econômico, mas que esse texto (cafona ou não)é lindo, isso ele é.
Mas a Rê Mattos tem todo o direito de achar o que quiser…
Palvras de amor serão sempre cafonas, Rê.
O amor é.
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 10:22
Pode incluir então, Rodrigo Pian! e obrigada por reconhecer meu direito de achar o que quiser…
não acho que as palavras de amor sejam cafonas. Depende da forma como elas se expressam.
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 12:26
Já dizia o maior poeta de todos: “Todas as cartas de amor são ridículas / Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas”…
Claro que sempre haverá controvérsias e quem discorde, graças a Deus!
E, Pian, Elymar, é? Pois eu confesso com a minha boca: me amarro no Benito di Paula: “Você cortou o barato do meu amor, você mentiu, me iludiu e me deixou por fora, você é culpada do meu samba entristecer…” Cafona pacas, mas lindo!
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 12:36
Já que está todo mundo revelando suas cafonices.
Gostaria de dizer que prefiro a Joelma do Calypso a Madona.
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 12:49
Caraca, Marcos, você pegou pesado. (rs)
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 13:08
Adoro quando as melhores bravatas do Leblon ganham força na grande rede!
Parabéns, Gazza!
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 14:54
Lindo texto como sempre!
Quinta-Feira, 11 de Dezembro de 2008, às 13:43
Eu também adoro o Benito de Paula:
“eeeeeeeee, meu amigo Charlie Brown
Charlie Brown, Charlie Brown”