Depois de longo inverno, quando dele já não se esperava linha em 2008, eis que ressurge o incontornável - o romântico! - João Paulo Duarte, do alto de sua prosa poética, para se resolver em não mais [não menos] que dois absolutos parágrafos de amor.
Grande e absoluto equívoco - sangrentíssimo, a conferir - este que resultou na demarcação, em terras contínuas, da reserva indígena Raposa Serra do Sol. (E vai morrer gente)…
Escrevi, ainda em abril, a respeito [aqui] - mas ora reapresento minha opinião sobre esta inacreditável e contundente demonstração pública de estupidez e descaso: entregou-se, de mão beijada […]