por Pim - Quinta-Feira, 27 de Novembro de 2008, às 15:43

Como você não verá nos jornais, estivemos nesta quarta-feira (26/11/08), Carlos Andreazza e eu, na Namastê Club - quem diria… - no lançamento da Agenda Carioca, da jornalista Antonia Leite Barbosa: um megaevento regado à comida mais típica do Rio de Janeiro (a japonesa), e que reuniu a nata das sensações pop-célebres freqüentadoras do Coqueirão e do Bailinho, a cujas inigualáveis furadas de fila (esta outra especialidade do balneário) Antonia felizmente se preveniu, não dando autógrafos.
(Carlos Andreazza já preparava os cotovelos para os dolabellas).
A Agenda Carioca é um livro-catálogo de lugares, programas, pessoas e serviços do Rio de Janeiro que teria a maior utilidade e seriedade não fosse o comprometedor verbete dos Tribuneiros - estes irresponsáveis -, cujos textos podem destruir a cidade. Em nome de todos os demais catalogados, aliás, perdoamos a Antonia pela menção de seus trabalhos ao nosso lado.
O verbete é a origem e o destino da carreira literária no Brasil, e lá estamos, cumprindo a nossa obrigação intelectual, no tópico Empresas de comunicação, decerto promovido a “Conglomerados…” assim que os Tribuneiros conquistarem o mundo - na semana que vem.
Eis o verbete (sem os dados pessoais):
Tribuneiros - Carlos Andreazza e Felipe Moura Brasil
comercial@tribuneiros.com / www.tribuneiros.com
A Agência Tribuneiros, braço editorial do premiado site literário Tribuneiros.com, é uma produtora de textos – em qualquer formato, para qualquer suporte. Os escritores Carlos Andreazza e Felipe Moura Brasil atendem tanto pessoas físicas quanto jurídicas interessadas em trabalhos de redação, revisão, tradução, roteirização, edição, publicação e tudo mais quanto possa exigir a palavra escrita, desde bula de remédio e “santinho” para vereador até a Constituição Federal e a “Divina Comédia”. Dominando todas as etapas do processo editorial, a idéia é verticalizá-lo, do arquivo mais simples de Word ao mais complexo livro impresso.
Obrigado, Antonia!


Quinta-Feira, 27 de Novembro de 2008, às 17:40
Pim, esse troço de furar fila não é um privilégio da “nata das sensações pop-célebres freqüentadoras do Coqueirão e do Bailinho”. E mais não digo!
Quinta-Feira, 27 de Novembro de 2008, às 17:50
Claro que não é, divina Olga. Eles apenas reforçam o glamour da cousa. Trata-se duma especialidade do balneário que contamina até os leitores tribuneiros, não é mesmo?…
Quinta-Feira, 27 de Novembro de 2008, às 18:18
Pim, não me faça pergunta difícil…
Quinta-Feira, 27 de Novembro de 2008, às 22:33
Ô Pim, só não entendi, de fato, uma coisa : que diabos é o coqueirão?
Quinta-Feira, 27 de Novembro de 2008, às 23:11
Ih, meu caro professor Simas, você está por fora do point mais badalado da praia de Ipanema, assim chamado em referência ao coqueiro grande - o Coqueirão (situado próximo à calçada grande - o Calçadão) -, em frente ao qual o pessoal enrola a mais fina literatura…
Quinta-Feira, 27 de Novembro de 2008, às 09:41
Não é mesmo? Que cousa!
Quinta-Feira, 27 de Novembro de 2008, às 17:47
(à moda de Luiz Antonio Simas)
Ô, Pim, só não entendi, de fato, uma coisa: a Antonia Leite Barbosa é o quê mesmo? Jornalista?