O acordo ortográfico
Devo me remeter aos 8/9 anos de idade, quiçá menos, para lembrar de quando, pela primeira vez, ouvi que o trema deixaria de existir. Havia mesmo quem dissesse - professores, inclusive - que ele já não mais existia… (E eu, que sempre amei o trema inocentemente, desde então, orgulhoso de minha missão, uso-o como se […]