por C.A. - Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 12:27

Vamos, então, esclarecer o “mistério do samba”, o verdadeiro [omitido] – que não precisa do mais pretensioso dos cinemas para ser elucidado: que a Portela, o ano quase inteiro, é de Oswaldo Cruz, aquele pedaço superior de subúrbio, sendo afinal de Madureira, por interesse, quando chega o carnaval; que a Portela, tão elegante e distinta, tem história francamente autoritária e é a origem festiva da contravenção [da bandidagem] no carnaval; que, sem o bicheiro Natal [foto] – um tipo violento e centralizador, que o tempo, sempre ele, transformou em abnegado herói romântico e valente –, a tradicional agremiação [mesmo com Paulo, Manaceá, Lonato, Chico Santana, Alcides, Rufino, Mijinha, Argemiro, Candeia etc.] não teria metade dos títulos que possui; que Natal, já cansado, ao entregar a escola a um contraventor menos “bonzinho”, Carlinhos Maracanã, foi o grande responsável pela cisão que, comandada por seu filho Nézio [uma flor de pessoa…], resultou na [ainda mais] ditatorial Tradição e num baque estrutural para a Portela, inclusive com o afastamento dos apaixonados paulinhos da viola e monarcos da vida; e que [barrando ou não a querida e imprescindível velha-guarda], eis a verdade, faça ela o desfile que fizer, hediondo como de hábito, ou especialmente torpe como o de


Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 17:09
C.A,
Vc é demais…
Mas não me leve a mal.
Somos 21 vezes campeã do carnaval.
Um abraço do portelense mais imperiano do Brasil.
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 19:01
“Agradeço a Deus, pois antes de morrer vi no globo terrestre a Portela vencer / Portela é perfume da flor, é aroma no ar / para sentir basta saber respirar”
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 19:01
Grande Portela! Portela de Luiz Airão, Portela de Agepê, Portela de Marisa Monte, Portela de Diego Hipólito, Portela de Natal, Portela de Diogo Nogueira, Portela de Marquinhos Moura, Portela de Benito di Paula, Portela de Carlinhos Maracanã, Portela de Gilberto Gil, Portela de Maurício Matos, Portela de Jair Amorim e Evaldo Gouveia … Portela de Mestre Zuenir Ventura e Arnaldo Jabour! Não me canso de repetir: Portela ! O que estragou essa epopéia de glórias foi uma escola intrometida e desavergonhada… lá pelos idos de 1948, 1949, 1950, 1951…
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 19:16
Se é pra avaliar dessa forma, grande Salgueiro! Salgueiro de Maninho, Salgueiro de Régis Cardoso, Salgueiro de Eri Johnson, Salgueiro de Carol Castro, e por aí vai…
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 20:14
Simas, você, como sempre, certíssimo!
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 20:15
Eu prefiro a Tropa Espartana do Império.
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 20:15
Olga, grande Salgueiro: Salgueiro do Edmundo também, não se esqueça!
Grande Salgueiro!
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 20:24
Pian, eu adoro a Portela.
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 01:10
Eu também adoro o Flamengo, meu amigo C.A.
“Quem me conhece, sabe”.
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 12:50
Lembro também do Império da magnífica ala “Comigo ninguém pode” em 2008.
Maravilhoso momento.
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 13:25
Mestre Simas, Zuenir é imperiano!
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 13:53
Imperiano nada, Marcelo… Imperiano somos nós! Incondicionais.
Zuenir vai onde estão os holofotes. É um interesseiro cultural.
Quarta-Feira, 27 de Augosto de 2008, às 14:02
Caramba, o Andreazza anda demolidor… rs