por C.A. - Sexta-Feira, 22 de Augosto de 2008, às 11:12
Carlos Andreazza, directamente do Estádio Nacional [Ninho do Urubu], Pequim
A gente só não pode perder a capacidade de se emocionar.
E aí está, leitor tribuneiro: Maurren Maggi, talvez o maior momento olímpico do Brasil. Em todos os tempos.
(E me terá assim valido esta Olimpíada).
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Sou um crítico da emoção barata – esta, ordinária, que se tanto vende por aí. E nunca estive tão certo. Nunca, leitor tribuneiro. Nunca. Porque momentos como este, claros, absolutos, palpáveis, mais que exibir a miséria do que é falso, definem – como sói aos honestos – a eternidade, rara, do que é humano.
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O hino nacional, minha gente, tocado num estádio olímpico, sob a chama máxima do esporte…
E mais não escreverei, senão que Maurren Maggi – gigante como o inesquecível Joaquim Cruz – pode reinventar [recriar, reescrever], como exemplo, estímulo e norte, o futuro [até então nenhum] do atletismo brasileiro.
Bem sobre a farsa dos dirigentes mesquinhos [e demolindo o castelo de cera de uma estrutura que não há], sempre, o talento se impõe – e exige. E desmascara.
Vamos então ao trabalho – à verdade –, senhores doutores bandidos do esporte.
À verdade – a verdade: Maurren Maggi.


Sexta-Feira, 22 de Augosto de 2008, às 11:54
Onde vc comprou essa bola de cristal, Andreazza? rs
Sexta-Feira, 22 de Augosto de 2008, às 12:19
Sensacional! Grande campeã olímpica!
Sexta-Feira, 22 de Augosto de 2008, às 13:16
Caramba, acertaste outra!!!
E, de quebra, um puro Nelson Rodrigues.
Matou a pau!
Sexta-Feira, 22 de Augosto de 2008, às 14:17
Nossa amor, como você está emotivo hoje.
Sexta-Feira, 22 de Augosto de 2008, às 18:13
O Andreazza, querida Rê, na certa, está sentindo muito a sua falta…
Sexta-Feira, 22 de Augosto de 2008, às 17:30
Pois é, querido J.P, também estou com muitas saudades dele! :)