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Augosto de 2008
João Paulo Duarte chega à segunda etapa de sua leitura política sobre a disputa eleitoral no Rio de Janeiro, desta vez dedicando-se aos candidatos Crivella e Jandira Feghali. Destaque, também, para as duras críticas que faz à Cidade da Música, do “faraó” Cesar Maia - herança maldita que cairá no colo do próximo prefeito.
Se tudo der errado… Já sei para onde correr.
Saudades do Flamengo no Maracanã, daí porque lá estarei, no domingo, para mais um Fla x Flu - oi ai-jesus. (E apostando minhas doiradas fichas todas no talento do jovem Éverton, que se lançará à eternidade, à idolatria flamenga, no decorrer do match - e o leitor que bem me leia).
É hora de as crianças […]
Jornalista com alentado conhecimento político - e que acompanha, de perto, o desenrolar da campanha eleitoral pela governança municipal -, João Paulo Duarte dá partida a uma série de artigos sobre os principais postulantes ao legado carioca, miserável, do alcaide Cesar Maia.
Depois de longo jejum, volta ao ar o visionário programa de rádio da Casa - Sem vinheta.
Carlos Andreazza, recém-chegado de Pequim, e Felipe Moura Brasil, recém-desperto, com suas vozes tão claras quanto a do rei Roberto Carlos, comentam - e documentam para a posteridade - os assuntos mais irrelevantes do momento.
Vamos, então, esclarecer o “mistério do samba”, o verdadeiro [omitido] – que não precisa do mais pretensioso dos cinemas para ser elucidado: que a Portela, o ano quase inteiro, é de Oswaldo Cruz, aquele pedaço superior de subúrbio, sendo afinal de Madureira, por interesse, quando chega o carnaval; que a Portela, tão elegante e distinta, […]
Para o leitor não confundir as sacanagens do fim de semana com as necessidades da vida em comum, Pim Monumental - em plena ressaca olímpica - dá sua receita de amor! Ah, “a dor das liberdades”…
Carlos Andreazza, directamente de Pequim
Os meus jogos olímpicos, devo admitir, encerraram-se no momento exato em que, hino nacional em riste, Maurren Maggi vestiu-se daquela inesquecível vitória no salto em distância.
E nem mesmo o fabuloso triunfo do voleibol feminino, que vi de tão perto e tão bonito [tão merecido], me pôde emocionar como a glória – […]
Carlos Andreazza, directamente do Estádio Nacional [Ninho do Urubu], Pequim
A gente só não pode perder a capacidade de se emocionar.
E aí está, leitor tribuneiro: Maurren Maggi, talvez o maior momento olímpico do Brasil. Em todos os tempos.
(E me terá assim valido esta Olimpíada).
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Sou um crítico da emoção barata – esta, ordinária, que se tanto […]
Carlos Andreazza, directamente do Estádio do Trabalhador, Pequim
É muito difícil escrever sobre o futebol feminino – e especialmente depois de a derrota brasileira. Se ainda houvesse a emoção épica da medalha de ouro, a comoção olímpica para camuflar a verdade…
Futebol feminino é chato de se ver – e futebol, mesmo, quase não há. (Quase não […]
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