por Felipe Moura Brasil (Pim) - Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 19:08
Por quantos anos não a vi! Por quantas
Mulheres procurei dela as virtudes!
Mil romances, mil vidas, mil e tantas
Aventuras de amor, inquietudes…
Quantas liras ouvi, quantas gargantas
E corpos de sereia em gênios rudes
Que pântano as pariu, como se santas
Senão meu coração pobre de açudes?…
Antes sempre que tarde ao meu alcance
A mulher cujo corpo é só nuance
Das outras, num arranjo em mil saudades…
É nela que releio de relance
O quanto me perdi por um romance
Discreto, como a dor das liberdades.


Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 22:12
Tá bem bonitinho, querido.
Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 14:34
Lindo e perturbador esse soneto do amor discreto, Pim!
Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 18:09
Lindo,Pim.
Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 19:20
Olga, você verbalizou a minha opinião!
Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 13:19
A mulher de Pim é uma mulher feliz…
parabéns…
Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 16:12
Nossa!!! Descobri esse site por acaso e achei lindo o soneto. Se esse amor existe, que seja bem cuidado! Caso contrário, eu me candidato, rssssss!
Quando terá o próximo poema? Só achei esse no site.
beijinhos
Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 15:17
Repararam na perfeição métrica?…
Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 17:44
Fernanda, e era só pra distrair. Se houvesse concentração, és capaz de imaginar o ritmo?…
Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 22:16
Opa! Eu estava sentindo falta desses sonetos por aqui…
Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 01:11
“Discreto, como a dor das liberdades.”
Angustiante isso…
Sexta-Feira, 25 de Julho de 2008, às 14:03
se amar e´sofrer uero sofrer para poder amar vc