por C.A. - Quinta-Feira, 17 de Julho de 2008, às 09:34
A propósito do consumo de bebidas alcoólicas no Maracanã, onde a proibição para ser mais ignorada do que eu supunha, recebi este e-mail - do leitor Alberto Cunha:
“Caro Andreazza,
Fui com meu filho ao jogo de domingo, de arquibancada. Tinha ambulante vendendo Skol tranquilamente lá dentro. Como eles conseguiram passar?
a) grana pro guarda na entrada (os PM´s fazem você levantar a blusa, como esconder as latinhas?).
b) grana pros caras da Suderj (antes do jogo, quando a PM não chegou, estocam lá dentro a cerva e depois saem vendendo).
c) grana pra PM e pra Suderj, para não rolar stress.
Pode escolher a resposta.”
Com a palavra, o governo do Estado.


Quinta-Feira, 17 de Julho de 2008, às 11:05
Nào serei eu a representar a voz do Governo do Estado.
Porém, que se deixe registrado: É verdade sim a paradoxal decisão da cervejinha ser liberada nos camarotes do maior do mundo, enquanto sua presença é negada aos reles mortais da arquiba.
Apesar de botafoguense e sem interesse nenhum na peleja de domingo, fui também ao Maracanã, onde perambulei por arquibancadas verdes e amarelas.
Não quero por em xeque a palavra do Sr. Cunha, até pq, nào sendo ele um cabo eleitoral da Jandira, o mesmo não tem o menor dos motivos para inventar histórias relacionadas à cevada do Maraca.
O que gostaria de deixar registrado é que esse ambulante de skol infelizmente, passou incólume aos meus sedentos olhos. Não pus os olhos em nenhum, repito, nenhum ambulante lucrando com a venda proibida da que desce mais redondo.
De resto, faço aqui, sem o menos dos pudores, minha defesa aos esforços da SUDERJ (outrora feudo político de senhores de índole duvidosa como o Sr. Chiquinho da Mangueira) para fazer da ida ao Maracanã uma verdadeira atração carioca.
Frequento o maior do mundo, assiduamente, desde o gol de Mauricio em 89 e fazia tempo, muito tempo mesmo, em que não via uma equipe~organizada e empenhada em fazer da vista ao estádio uma belíssima experiência.
Fácil - e também muito apressado - seria me colocar na conta de um mero baba ovo do Sr. Eduardo Paes.
Porém, dar a minha cara a tapa é algo que gosto e uma virtude que respeito em todos os que o fazem.
O volume de trabalho encampado pelo Sr. Paes frente à SETE era espantoso, e era também o que me fazia distingui-lo da medíocre maioria dos nossos homens públicos.
Defeitos, é óbvio que os tem. Assim como os demais candidatos. Ainda assim, figura ma minha modesta opinião, como o quadro mais preparado para, como diz um imperiano que conheço, ser o síndico dessa cidade.
Fico no aguardo da juventude democrata, bem como os demais leitores do sempre bem frequentado Tribuneiros, se posicionar sobre o assunto.
Att,
Pian
Quinta-Feira, 17 de Julho de 2008, às 16:21
Eu?
Cabo eleitoral da Jandira?
Aos 49 anos, pensara já ter ouvido todos os insultos possíveis…
De quaquer forma, prometo fotografar, com meu potente V3, a farra da latinha no próximo jogo.
Quinta-Feira, 17 de Julho de 2008, às 14:18
Amigo Cunha,
Peço perdão se o ofendi.
Agora, quando encontrar o vendedor, faça melhor!! Me ligue!!
Abs
Pian