É tempo de recesso no Congresso Nacional.
Um recesso branco, informal, registre-se, de caráter altamente junino, uma vez que político brasileiro de verdade, quanto mais se em ano eleitoral, não perde as festas de São João por nada neste mundo, Brasil adentro.
“(…) Desprezo quem precisa das frases de autores consagrados para argumentar e exercer o pseudo-intelectualismo. Respeito quem conquistou e documentou o conhecimento, mas não há hipótese que me faça repeti-los. Todo conhecimento se mistura no meu entendimento e constrói minha forma única de interpretação filosófica. (…)”