Da arte de emburrecer
Eu gosto de tudo que emburrece. Brasil, cinema, música, futebol, sexo. Do último, não pretendo me livrar. Dos quatro primeiros, tampouco. Para compensar tamanha autoflagelação intelectual, tomo doses homeopáticas de Machado, Montaigne e Flaubert. Não sei se funciona. O resultado sou eu.
Na última segunda-feira, depois da pré-estréia de Cinturão vermelho, de David Mamet, com participações […]