por C.A. - Quinta-Feira, 10 de Abril de 2008, às 19:19

O nunca assaz louvado Zé Luiz do Império, gente finíssima, fará um pequeno grande show amanhã, sexta-feira [11], às 12h30 [no horário de almoço da rapaziada], na Livraria Saraiva Megastore do Centro [Rua do Ouvidor, 98], com entrada gratuita.
Presidente da Velha Guarda Show do Império Serrano e compositor de fina tessitura, Zé Luiz, ademais, falará sobre seu disco recém-lançado [sensacional], sobre a gloriosa escola de Madureira [a maior] e sobre sua carreira de modo geral, mais longa e alentada do que pressupõe a sua inegável juventude.
Tudo isso a ser mediado pelo coração imperiano do escritor Marcelo Moutinho.
Eu vou.


Quinta-Feira, 10 de Abril de 2008, às 14:27
Andreazza, meu caro, deixe-me te fazer uma consulta de imperiano para imperiano. Estou encalacrado com a letra do samba São Paulo, Chapadão de Glórias. A versão apresentada pela Dona Ivone difere completamente da letra, gigantesca, que a Marília Barbosa e o Arthur de Oliveira publicaram no livro sobre o Silas. Conversei com alguns profundos conhecedores de samba-enredo, inclusive imperianos, e a dúvida persiste. Há, pelo menos, três versões. Apenas o início - monumental, diga-se de passagem- é o mesmo. (Talvez seja o início mais bonito de um samba-enredo da história.)
Enfim, você tem alguma referência sobre as diferentes versões para o nosso samba de 1967? Com qual letra desfilamos, por exemplo?
Abraço
Quinta-Feira, 10 de Abril de 2008, às 13:23
Simas, grande imperiano, vou ser sincero contigo: eu estava, até agora, fechado com a versão da Dona Ivone [é a que está no site do Império, aliás], que julgava ser aquela com que desfilamos, e desconhecia qualquer outra… Você já consultou a Rachel?
Em todo caso, grande Simas, só mesmo o Império Serrano para apresentar duas versões, ambas brilhantes, para o mesmo samba-enredo: uma maior, digamos, mais conceitual, quase a sinopse do enredo, e outra menor, enxuta, resumida, perfeita para o desfile. Não?
Abraço!