Quero um Uribe pra mim
Com Rambo IV fresquinho na cabeça, Pim Monumental analisa os acontecimentos antidiplomáticos da semana. É dele, aliás, o samba mais tocado cá na redação tribuneira (e que se dane a métrica). Cantemos, pois: “Se o terrorista é meu/Deix’eu assassinar, deixa eu/Se o terrorista é meu/Deix’eu assassinar”…