Tem mais é que provocar mesmo. (E eu gostaria que o Souza, foto acima, provocasse ainda mais, se por conseqüência de mais e mais gols). Desde que a bola rola - e não mais as cabeças - é assim.
O futebol, esta força da natureza, tem cem anos de provocações - e boa parte da paixão […]
Talvez não seja de bom tom, para um escritor, revelar que o cinema que o interessa se projeta [bem] longe de pobrezas, misérias, problemas existenciais, questões políticas, revoluções de linguagem, inquietações [ou masturbações] intelectuais e outras angústias nacionalistas… (Para tanto, aí está sempre a literatura - mesmo a ruim).
O cinema que me faz sair de […]