por C.A. - Terca-Feira, 19 de Fevereiro de 2008, às 19:57
A respeito das ações judiciais movidas pela Igreja Universal contra a Folha de São Paulo - que motivaram o texto abaixo -, vem de se manifestar, em grande e mui próprio estilo, o presidente Lula. Ele, craro, não as considera ameaçadoras da liberdade de expressão:
“Se escreve o que quer e se ouve o que não quer” - declarou o jurista Lula, assim como se deliberasse sobre uma discussão de pelada.
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Estamos em fevereiro de 2008, apenas o início do segundo ano da segunda gestão do presidente Lula, e o governo dele já vai absolutamente dependente do PMDB e da tevê Record.
E ainda faltam dois anos…


Terca-Feira, 19 de Fevereiro de 2008, às 20:05
A verdade é que com o PMDB, todo mundo sempre esteve, desde que começou o que chamam de redemocratização. Com a Record, é novidade, mas não custa lembrar quem foi o primeiro ministro das comunicações da era democrática e suas relações com uma outra emissora de TV. Só mudam os personagens. A história é a mesma.
Terca-Feira, 19 de Fevereiro de 2008, às 20:08
Quanto a se escrever o que se quer, tem razão o Lula. A “Carta capital”, por exemplo, cuja sobrevivência depende da publicidade lulista, fez galhofa com uma tal de “CPI da Tapioca”, como se fosse insignificante o que este governo faz com nosso dinheiro. Isso porque, meses antes, o Lula dizia não saber o que fazer com o fim da CPMF. Gastar menos o nosso dinheiro já seria um bom começo.
Terca-Feira, 19 de Fevereiro de 2008, às 20:09
Olha, eu sou de esquerda, “vermelho”, detesto o PFL, o PSDB e tudo mais. Mas o lulismo me irrita, com seu deboche acerca de tudo que envolve cobranças justas da sociedade.