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Fevereiro de 2008
Tem mais é que provocar mesmo. (E eu gostaria que o Souza, foto acima, provocasse ainda mais, se por conseqüência de mais e mais gols). Desde que a bola rola - e não mais as cabeças - é assim.
O futebol, esta força da natureza, tem cem anos de provocações - e boa parte da paixão […]
Talvez não seja de bom tom, para um escritor, revelar que o cinema que o interessa se projeta [bem] longe de pobrezas, misérias, problemas existenciais, questões políticas, revoluções de linguagem, inquietações [ou masturbações] intelectuais e outras angústias nacionalistas… (Para tanto, aí está sempre a literatura - mesmo a ruim).
O cinema que me faz sair de […]
Sobre o Oscar do último domingo, a Folha de S. Paulo publicou ontem o artigo “Seria mais divertido convidar Steven Seagal”, do cineasta Carlos Reichenbach. É mais um para o magnífico rol de articulistas da imprensa brasileira, que já inclui César Maia, José Dirceu e Arnaldo Antunes. Comento aqui cada trecho do texto. Ele, em itálico, entre aspas. Eu, no padrão.
Eu achara muito estranha a súbita parceria entre a Petrobras e o Canecão - e falara a respeito no antigo blogue do site, em 2007. Isto porque, eu sabia, a casa de shows tinha não poucos débitos com o INSS - o mesmo problema, por exemplo, que impede o Flamengo, há muitos meses, de movimentar […]
Coisa mais absolutamente ridícula [vergonhosa] aquele amontoado de chorões alvinegros, ontem, no vestiário do Maracanã.
Fosse eu botafoguense e estaria já cansado - não das derrotas sucessivas, sempre valentes, mas da mistificação da perda. O velho ditado segundo o qual “há coisas que só acontecem ao Botafogo” é bem-vindo - curioso, engraçado, lúdico - até o […]
Depois de horas e horas de discussões, assembléias e plebiscitos, a alta cúpula tribuneira finalmente elegeu a notícia que marcará para sempre esta sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008:
Nascem os gêmeos de Jennifer Lopez.
A ilustríssima leitora Fernanda comenta:
“A Preta Gil pretende processar o Google porque o critério de busca ‘atriz gorda’ está associado ao seu nome. Será que chamar alguém de gordo é como chamar de chato, feio ou caipira? Ou seria menos subjetivo, menos pueril, e por isso passível de indenização? Finalmente, pergunto-lhes, qual é a diferença […]
Espetacular a sentença do juiz José Roberto Portugal Compasso a respeito da ação movida pelo maestro John Neschling contra o crítico Marcus Góes, que o chamou de feio na internet:
“Chamar alguém de feio, chato, caipira, pode ser considerado ato ilícito e, por conseguinte, sujeitar o agressor a uma compensação pecuniária a favor da vítima?”, pergunta […]
(…) “Ninguém escapa impunemente do lançamento dum livro, ademais se excelente, num país de leitores como o Brasil. (País onde há cento e cinqüenta milhões de críticos literários).” (…)
Ou seja: sem sombra de iluminação pública nas ruas e também sem a luz do luar, lugar de carioca esperto, hoje à noite, é em casa…
Antigas » |