por Felipe Moura Brasil (Pim) - Sexta-Feira, 25 de Janeiro de 2008, às 17:16
Lenny Kravitz declarou à revista Maxim que está há três anos sem praticar sexo. Juveninho pensou um pouco: quem é Lenny Kravitz? Nunca tinha ouvido falar. Ou melhor: quando houve um congestionamento ali em Copacabana, e alguém disse que a culpa era do Lenny Kravitz, Juveninho achou que ele fosse um guarda de trânsito. Errou. Juveninho acaba de descobrir que ele é o ex-namorado da Madonna e da Nicole Kidman. Parece que vai lançar um CD: It is time for a love revolution. Juveninho pensou mais um pouco: que saudade do Mick Jagger!
Só a idéia de ter seu veículo apreendido por três anos já assombra Juveninho. Ele não pode mais ouvir falar em Lenny Kravitz. Ainda bem que nunca ouve. Depois que a prefeitura petista do Recife decidiu distribuir “pílulas do dia seguinte” durante o carnaval, Juveninho teme que alguma prefeitura mais preventiva decida distribuir às moças exemplares de It is time for a love revolution. Se Kravitz fosse uma pílula do dia anterior, ótimo. Dos três anos anteriores? Maravilha. Mas Kravitz não é anticoncepcional. É abstinente. Uma ameaça aos carnavais de Juveninho.
Na Coréia, o famoso cantor Na Hoon-a vem sofrendo com os boatos sobre sua suposta castração. Um gângster da Yakuza teria cortado seu pinto porque ele (Na Hoon-a) se aventurara com uma de suas (do gângster) atrizes favoritas. Outros rumores dão conta de que o pinto foi amputado durante uma relação sexual. Anda pensando, Juveninho, em fazer como os coreanos. Espalhar um monte de boatos sobre o pinto de Lenny Kravitz. Mas não ia pegar muito bem. E Kravitz poderia imitar Na Hoon-a, que hoje abaixou as calças numa coletiva de imprensa para provar que tem pinto. É o melhor a fazer, diz Juveninho, numa coletiva de imprensa: mostrar o pinto. Por isso ele não dá entrevistas.
Não se surpreende, Juveninho, com o que os artistas são capazes de fazer para promover seus trabalhos. Só não quer que o prejudiquem. Os amigos já andam dizendo que Juveninho não pegou ninguém nos blocos pré-carnavalescos. Que foi ao Spanta Neném, à Banda de Ipanema, ao Nem Muda Nem Sai de Cima, ao Imprensa Que Eu Gamo, ao Me Esquece, e saiu liso de todos. Que agora o negócio dele é noite de autógrafos. Juveninho não nega. Tampouco consente. Mas tem para si que, se a culpa da febre amarela é do mosquito, a do desmatamento é da soja e a da violência é da sociedade, a da lisura só pode ser do Lenny Kravitz. Juveninho tem horror a guardas de trânsito.


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