Em 1962, já colunista à Última Hora, Paulo Francis perdeu – tragicamente – o irmão mais velho, Fred, “assassinado pela Cruzeiro do Sul”, então importante companhia aérea nacional. No livro de memórias O afeto que se encerra, de 1980, ele relata a barbárie – e não é por acaso qu´a reproduzo aqui, em […]
Meu xará Felipe Calderón assumiu a presidência do México com uma difícil missão: fazer o mundo esquecer Jorge Campos. Para isso, precisava de medidas extremas. Foi o que ele fez. Legalizou a união civil entre “pessoas”; permitiu que prisioneiros “pessoas” recebessem suas “pessoas” queridas em visitas íntimas na cadeia; descriminalizou o aborto através de plebiscito; […]
“Garoto fulo, eu temia as represálias da Autoridade e, pior, não sabia como combatê-la. Dostoiévski respondeu. (…) O cerne revolucionário de Crime e castigo é que Raskolnikov racionaliza, e assim justifica, o assassinato de outra pessoa, em causa própria, pela capacidade maior que tem, teórica, de reorganizar a ordem das coisas, que ele destrói […]