por Felipe Moura Brasil (Pim) - Terca-Feira, 10 de Abril de 2007, às 13:15
Fazer do sofrimento um combustível
Da paz, a conseqüência de queimá-lo
A cada anoitecer, cantar de galo
Que ao samba pega mal ser impassível.
Amigos, não beber pelo gargalo
Manter-se a par e parte, se possível
O corpo e o carnaval deixar ao nível
Do mar, que é da paixão fiel badalo.
E quando badalada mais graúda
A moça despertar, firme e desnuda
A ela, como ao sol, fingir-se alheio
E como quem dispensa a bela ajuda
Tocar a vida adiante, de bermuda,
E só depois, a dois, vivê-la em cheio.


deixe seu recado