por Felipe Moura Brasil (Pim) - Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2007, às 13:30
Por ela, que me foi sempre o futuro
Dos braços, até mesmo quando, em dengo,
Dizia ser do samba pular muro
E abandonar mulher, de ser Flamengo;
Por ela, que me via mulherengo
A cada desapego prematuro
Dos beijos, dos olhares e do quengo,
Onde tudo além dela soava impuro;
Por ela, que, contudo, humor trazia
Em surtos de ciúme ou de vaidade
E ao mundo se dizia enamorada;
Por ela e só por ela hoje eu faria
Um samba que dissesse: “Ai, que saudade
De amar uma mulher bem-humorada!”…


Segunda-Feira, 12 de Fevereiro de 2007, às 16:28
o maximo!!! muito fofo esse, hein?
bjs!