A esperança - deuxième partie
Chamar-me-ão de conservador, quiçá reacionário, e de fato o sou – que mal há? Gritar-me-ão ultrapassado, vencido, e quanto-quanto mais nestes tempos em que são todos progressistas, todos liberais, nestes tempos em que nunca foi tão fácil ser vanguarda já que vai confundida a mente aberta, tida qual moda de verão, que se pode comprar […]