Blogue da Casa
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por C.A. - Sexta-Feira, 10 de Outubro de 2008, às
09:35

Foto do Simas, originalmente publicada no Buteco do Edu
Tribuneiros,
O samba-enredo de Luiz Antonio Simas [este imperiano], Beto Mussa, Edgard Filho, Gari Sorriso e Bené - sambaço com o qual estamos fechados desde o nascimento e sobre o qual temos escrito com merecida freqüência - chegou, gloriosamente, à final no concurso do Salgueiro. (Ouça-o, urgentemente, aqui ou aqui)
E será amanhã, sábado, dia 11 de outubro. Lá na quadra da Silva Teles, em plena Academia.
Eu acredito.
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Já sob monumental sucesso, segue em brasa [até 22 de outubro] o Prêmio Tribuneiro de Gastronomia. Visite qualquer um dos posts que lhe são dedicados [aqui ou aqui], copie a cédula eleitoral - e faça as suas escolhas.
O pleito é aberto, não exige cadastros e permite que o eleitor vote apenas nas categorias que quiser. É só chegar.
por Tribuneiros - Quarta-Feira, 8 de Outubro de 2008, às
13:55

Faça a sua lista, leitor tribuneiro, e vote nos melhores restaurantes-botequins do Rio de Janeiro. Democraticamente, sem júri de celebridades ou baboseiras do mesmo saco… (O pleito rola, até o dia 22 de outubro, na seção de comentários de qualquer post dedicado ao PTG).
É simples, as categorias são poucas e enxutas - e você pode votar apenas nas que quiser. Livremente. Sem frescura.
(A disputa, aliás, ainda em seu segundo dia, começou quente e está fervendo - veja aqui)!
Os estabelecimentos vencedores - os mais variados possíveis - receberão a visita da caravana etílica tribuneira, o Circuito Tribuneiro de Gastronomia, e merecerão, cada um deles, um post-reportagem exclusivo.
Em tempo: o modelo de cédula eleitoral se encontra publicado na seção de comentários, logo abaixo. É só copiar-colar-e-votar.
por Tribuneiros - Terca-Feira, 7 de Outubro de 2008, às
13:47

Chegou a hora, glutão leitor. Entra em cena, oficialmente, o Prêmio Tribuneiro de Gastronomia, organizado em dezessete categorias – listadas abaixo, com uma breve sugestão de ementa, muito mais indicativa que impositiva. (Ao contrário da melhor tradição desta Casa)…
O voto é do leitor, que deverá apontar os seus favoritos – sempre discriminando cada categoria – na seção de comentários, em qualquer post dedicado ao Prêmio. Podem ser sufragados quaisquer estabelecimentos sitos – e somente sitos – à cidade do Rio de Janeiro. (O leitor-eleitor poderá desenvolver-justificar-defender o seu voto, sem problemas, desde que no mesmo comentário em que publicar suas preferências).
Algumas outras regras – bem simples – deverão também ser obedecidas: só se pode votar uma vez e ao leitor é permitido se abster em quantas categorias quiser. (Importante: um estabelecimento pode ser votado em mais de uma categoria).
Em caso de empate entre os vencedores, o júri tribuneiro – composto por João Paulo Duarte, Felipe Moura Brasil e Carlos Andreazza – decidirá o pleito.
Este Prêmio, registre-se, não pretende consagrar [apenas] campeões, mas captar e valorizar o gosto – o mais diverso possível – do leitor tribuneiro, daí porque, finda a votação [em 22 de outubro], pretendamos destacar-aprofundar todos os estabelecimentos bem cotados e, para alguns deles, organizar caravanas de degustação tribuneira, o Circuito Tribuneiro de Gastronomia.
Participe, leitor!
- Melhor restaurante
Categoria geral, que independe de especialidade, mas que deverá equilibrar boa comida, generosa oferta de bebidas, excelente serviço e preços justos.
- Melhor botequim
Pode não ter o melhor petisco ou mesmo o melhor chope. Fazendo, porém, muito bonito na média, ademais deixando à vontade seus freqüentadores [ainda que sentados num barril], destaca-se pelo conjunto insuperável da obra. (Compreende, também, qualquer dito “bar”).
- Melhor parada pós-praia
Pra quem gosta de comer e beber, sem frescura [sem que alguém reclame de areia etc.], imediatamente após a praia.
- Melhor parada na madrugada
Categoria simples: quando bate a fome de madrugada, eu vou para… (Não é uma categoria erótica, registre-se).
- Melhor lugar para comer-beber ouvindo música
A cidade oferece algumas boas opções [para gostos variados] de bares e restaurantes com música ao vivo e couvert artístico aceitável. Não vale escola de samba, já que, neste caso, a Feijoada do Império Serrano seria imbatível.
- Melhor para ir a dois
Não precisa explicar muito… Clima e bebida no ponto exato de abrir as portas para a madrugada.
- Melhor para ir com os amigos
Aquele lugar para beber, bater papo e “ver gente” livremente.
- Melhor lugar para beber cerveja
Não se pretende aqui discutir se a Brahma é melhor que a Antarctica etc., mas definir onde se bebe uma delas [ou todas, tanto melhor] sob as mais perfeitas condições de armazenagem e temperatura. O preço é importante.
- Melhor lugar para beber chope
A mesma coisa da cerveja – e tanto melhor que haja opções. Importará, sobretudo, o corpo do chope [muito aguado é inaceitável…], a sua temperatura e o preço.
- Melhor lugar para beber drinques
Compreende toda sorte de bebidas “desenvolvidas” a partir de uma matriz alcoólica. Caipirinha, Martini etc.
- Melhor lugar para beber suco
Porque, às vezes, é inevitável… (E porque se deve sempre agradar ao Pim).
- Melhor lugar para petiscar
Pode ser uma porção de bolinhos de bacalhau ou um conjunto delicioso de acepipes. Não interessa. Vale o voto num estabelecimento cuja ida chega a ser motivada pelo desejo de comer aquele ou aqueles petiscos.
- Melhor lugar para comer sanduíche
Sanduíche é sanduíche, qual seja, pão com recheio, qualquer um. (Vale casa de hambúrguer).
- Melhor carne
Não necessariamente uma churrascaria.
- Melhor pizza
- Melhor japonês
- Melhor serviço
Não é puxa-saquismo. É bom atendimento, com atenção e capricho.
(Nota de rodapé: colocamos na seção de comentários a cédula tribuneira, com as categorias destacadas para você copiar e votar ao lado - confira).
por C.A. - Segunda-Feira, 6 de Outubro de 2008, às
18:33
A Casa prepara, com sedento entusiasmo, a lista - caprichadíssima - de categorias a serem contempladas pelo Prêmio Tribuneiro de Gastronomia, que terá a curadoria deste incontornável bandeirante que é João Paulo Duarte.
Será conjunto enxuto, sem grandes frescuras, porquanto acreditemos que o bom paladar se resolva em poucos e fundamentais detalhes. (Para a categoria “Melhor cerveja”, por exemplo, como bem ilustra a foto, não se pedirá muito)…
O leitor, então, aguarde.
A lista será divulgada na quarta-feira [8 de outubro] - e estará aberta a votação, sem privilégios, uma vez que até Felipe Moura Brasil, este gênio insuperável, como um mortal, defenderá seu suco favorito votando na seção de comentários.
por C.A. - Segunda-Feira, 6 de Outubro de 2008, às
14:40

Tio Carlos [outrora animador de festa infantil], 25.382 votos, vereador eleito no Rio de Janeiro, provando e comprovando que as criancinhas [que se divertiam mal] crescem - e se transformam em eleitores piores ainda.
por C.A. - Sexta-Feira, 3 de Outubro de 2008, às
12:15

É isso mesmo, leitor tribuneiro. Prêmio Tribuneiro de Gastronomia, por meio do qual esta Casa glutona escolherá os melhores restaurantes [bares, butecos etc.] da cidade.
Na quarta-feira que vem [8 de outubro], apresentaremos as [esmeradíssimas e mui particulares] categorias - e abriremos a votação.
Cada leitor montará a sua lista - e só poderá votar uma vez. (Na nobre seção de comentários).
O pleito correrá até o dia 22 de outubro - e os resultados serão divulgados imediatamente.
O melhor, porém, ainda está por vir… Conhecidos os campeões, dar-se-á partida, imediatamente, ao Circuito Tribuneiro de Gastronomia - a tão esperada e pedida “baratona” tribuneira, que percorrerá, em carreata didático-etílica [capitaneada pelo desbravador João Paulo Duarte], os estabelecimentos vencedores.
Então, leitor, prepare-se…
por C.A. - Terca-Feira, 30 de Setembro de 2008, às
11:24
Devo me remeter aos 8/9 anos de idade, quiçá menos, para lembrar de quando, pela primeira vez, ouvi que a trema deixaria de existir. Havia mesmo quem dissesse - professores, inclusive - que ela já não mais existia… (E eu, que sempre amei a trema inocentemente, desde então, orgulhoso de minha missão, uso-a como se para reproduzir a espécie, como se a encubando no cativeiro pessoal de minha prosa, lá onde a preservaria da extinção anunciada).
Levou-se, porém, mais de vinte anos [mais!], tempo ao longo do qual bravamente resistiu a velha trema, e eis que a língua portuguesa, sob hedionda revisão ortográfica patrocinada [não à toa] pelo presidente Lula, estabelece como norma a grafia consagrada por orkuts e messengers do apressado e vasto-vasto mundo: cinquenta, tranquilo, sequestro, linguiça, aguentar, arguir, linguista…
(Procurar-se-á, assim, por meio do empobrecimento, facilitar o intercâmbio cultural entre os países de língua portuguesa, desconsiderando gravemente que intercâmbio orgânico - verdadeiro - é ler a prosa de um angolano, reconhecê-la como tão próxima da minha e, no entanto, felizmente, ainda um mar a-travessar). (Mas, e agora: nadar pra quê)?
Não gostaria de discutir [mais] a estupidez desta reforma - que será inútil. E tampouco ressalvar, pontualmente, que o novo tratamento para o hífen me parece coerente. (A Casa tribuneira, registro, para o bem ou para o mal, não aderirá). Mas de refletir sobre o fardo da transformação para quem se alfabetizou e formou escrevendo “vêem” e “lêem”, com acento, e distinguindo “pára” de “para”, “pêlo” de “pelo” - e considerando que uma idéia, boa ou não, jamais seria “ideia” ou “Coreia” ou “plateia”. É o que importa. A humanidade da língua. As relações afetivas que se estabelecem com a palavra escrita, pois que viva e pungente. E pergunte, leitor tribuneiro, a quem teve de se encaixar na revisão ortográfica de 1971 - pergunte se exagero [mais que o habitual]. É insuperável!
Somos já velhos. Escreveremos errado em breve, nós que sempre o fizemos tão certo. (Nós que lançamos um livro, tão novo, velho). E seremos motivo de galhofa, vítimas de uma mudança que raramente lograremos incorporar. Quereremos?
Lembro de meu saudoso avô, desembargador Renato Lomba, dizendo-me que o seu primeiro contato com a velhice se dera ainda em 1943, quando da primeira reforma ortográfica da língua portuguesa no Brasil. “Eu envelheci ali” - ele falou, ele repetiu.
O velho Lomba nunca mais conseguiu acompanhar o idioma, embora escrevesse de maneira escorreita e tivesse saboroso gosto pelo literário. O texto dele, qualquer um, já se deitava datado. E bastava o ler… Eu gostava. Lia-o muito, mesmo os pareceres, e, embora reconhecesse nele a impressão contumaz do passado, a forma, a grafia das palavras, o enclave rococó das consoantes, o conjunto daquele português anterior trazia a cultura de um engenho mais esmerado, de um idioma cuidado, vivo em sua trama, em sua tessitura, medido, íntimo, para o qual se expressar só não bastava, para o qual se expressar era antes elevar o caminho.
Ele desistira do idioma, era a minha impressão. Pelo menos em sua modalidade moderna - ele desistira. Ou talvez, eu pensava, tivesse simplesmente guardado para si o português de suas memórias, assim como fazemos com as nossas mais caras lembranças. Não sei. Não saberei.
Pensando rapidamente, acho feio ter de escrever, um dia, “aspeto” em vez de aspecto. Feio. É um valor absoluto. Feio. “Corruto” e não corrupto; “receção” e não recepção. Feio. Pobre. Mesquinho. Apoucado. E me sempre faltará alguma coisa. Será assim o novo português, o que falta, o faltante? E mancará infinitamente, tanto melhor? Ou logo lhe darão nova poda de igualar as pernas, roubando-lhe outra intimidade?
Desconfio de onde a singularidade de um idioma se faz estorvo. Desconfio de onde se desmancham as consoantes… E se acabarão todas, um dia?
Não sei. Sinto algum medo, admito.
Cada supressão do caráter [barroco] da língua portuguesa me parece simplificação de desqualificar a escrita e as suas amplas possibilidades [o futuro], assim como se nos preparássemos para que o texto servisse exclusivamente a esta imensa troca de e-mails em que se transformou a vida.
por C.A. - Segunda-Feira, 29 de Setembro de 2008, às
17:10

Só mesmo a vaidade megalomaníaca deste inacreditável Agnaldo Timóteo para nos apresentar a mais límpida e absoluta verdade - aspas para ele:
“É preciso que nós tentemos compreender a hipocrisia de uma grande parcela da sociedade que tem coragem de pagar mais de R$200 por um show de João Gilberto. Dizer que João Gilberto canta é de um cinismo que não tem tamanho. João Gilberto não canta, não interage, não sorri. João Gilberto é apenas uma história de cinco décadas atrás”.
Ao jornal Extra - aqui, na íntegra.
por C.A. - Sexta-Feira, 26 de Setembro de 2008, às
10:45

D. Marly, ao centro, presidente da ala “Comigo ninguém pode”
Estou exultante: a ala tribuneira “Comigo ninguém pode”, do glorioso Império Serrano, desfilará em 2009 com a mais disputada fantasia do conjunto - muito bonito e fluente - criado pela carnavalesca Marcia Lávia para a releitura do enredo Lenda das sereias e os mistérios do mar.
Os méritos todos são da grande D. Marly, que teve a primazia da escolha por ser a mais antiga presidente de ala da agremiação, desde o histórico carnaval de 1969, quando a escola desfilou com Heróis da Liberdade. (Que carnaval para se começar)!
Em 2009, sempre sob os esmeros incansáveis de D. Marly, a afamada “Comigo ninguém pode” completará 40 anos de avenida - e as comemorações, tribuneiríssimas, começarão em breve.
Em breve também [na semana que vem?], publicarei o primeiro desenho da fantasia “Pescadores” - e o leitor tribuneiro então, diante da absoluta leveza ela mesma, compreenderá o meu entusiasmo… Que resumo: nesses meus anos todos de Império, nunca desfilei com uma fantasia tão completamente carnavalesca, que ensejasse tantas possibilidades de se brincar, livremente, o carnaval.
por Tribuneiros - Quarta-Feira, 24 de Setembro de 2008, às
22:34
Muitos leitores pedem que publiquemos o portifólio da Agência Tribuneiros, com toda a infinidade de textos comerciais que produzimos por aí - e que, feliz ou infelizmente, não chegam (pelo menos não a autoria) ao conhecimento geral. O motivo é simples: não podemos revelar a identidade de Sarah Palin, Lya Luft, Roberto Civita, Pedro Cardoso, Jorge Aragão - além, é claro, de Alexandre Frota, Bruna Surfistinha, Maitê Proença, Sandy e demais clientes dignos da nossa pena… literária. O princípio do ghost writer é abrir mão da glória pessoal em prol da vanglória financeira.
Podemos, no entanto, no intuito único de antecipar o carnaval (que, nesta Casa, como se sabe, nunca acabou), mostrar um pequeno jingle da lavra de Felipe Moura Brasil, o nosso polivalente (de letra e música!) Pim Monumental: uma marchinha encomendada para a venda (com direito a carro de som pelas ruas, bateria de escola de samba, festa, panfletagem e o diabo) de um condomínio popular em Niterói, num dos nossos mil projetos em parceria com a empresa Bloom Design.
Gravada pelos bambas do grupo Bangalô, na voz cheia de personalidade de seu cavaquinista, Rafael dos Santos, eis uma criação da Agência Tribuneiros, que, aliás, vem a público esclarecer os boatos: nada temos a ver com o funk eleitoral de Fernando Gabeira. Obrigado.
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Coluna da Direita
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Os enrolões
Felipe Moura Brasil (Pim)
7-10-2008
Quem leu o livro tribuneiro sabe: ninguém jamais definiu a juventude carioca - “a geração megaevento” - como Pim Monumental. E, como o livro tribuneiro não acaba [e não acabará] nunca, aí vai um novo capítulo…
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A irmã do gnomo
João Paulo Duarte
3-10-2008
“(…) Aninha conversava com o irmão um monte de coisas. Ele gostava de falar de bateria, batedeira, máquina de polir, avião, trator e de ficar imaginando quanto tempo demoraria pra chegar as horas do almoço, de dormir, do dia amanhecer e de acordar. Ela gostava de falar de outras coisas. Mas tinha paciência pra falar das coisas dele. Ele gostava muito de falar sozinho também. Ela também não se importava. (…)”
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As eleições
C.A.
2-10-2008
“(…) Antes de tudo, o honroso cargo de prefeito do Rio de Janeiro precisa ser visto como de altíssima importância - e não como trampolim para orçamentos maiores. (…)”
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Carta aos tribuneiros – as eleições [parte VI]
João Paulo Duarte
1-10-2008
Fechando a série de cartas políticas para o primeiro turno, João Paulo Duarte analisa o alardeado - e confuso - crescimento eleitoral de Fernando Gabeira, uma semana antes das eleições. Será?
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Os arquivistas
Felipe Moura Brasil (Pim)
29-09-2008
Enquanto esculhamba a estupidez universitária no Brasil, Pim Monumental alerta você - leitor tribuneiro - sobre os perigos de não ser… você. (E ainda revela como foi que o samba cresceu…) Que cousa!
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E o mundo não se acabou
Bruna Demaison
29-09-2008
“(…) Faço trinta anos em poucos dias e nada, nenhuma crise. Não sei como isso pôde acontecer, é uma tragédia. (…)”
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Desmanche
Escritor convidado
24-09-2008
Ainda festejando os 5 anos de Casa, abrimos nova seção nesta tão nobre Coluna da Direita - e a partir de hoje, com periodicidade tipicamente tribuneira, passaremos a publicar textos de autores convidados. O primeiro é José Guilherme Vereza, do blogue “30 segundos”, que cá muito nos honra com um surpreendente conto de sem-folêgo. E acredite, leitor: é leitura que recompensa.
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Carta aos Tribuneiros - as eleições [parte V]
João Paulo Duarte
24-09-2008
A segurança pública entra na pauta de análise política de João Paulo Duarte, que propõe uma discussão - consistente - sobre as limitações do municipío quando o assunto é polícia e as reais possibilidades de o próximo prefeito reestruturar, eficazmente, a Guarda Municipal.
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Carta aos tribuneiros – as eleições [parte IV]
João Paulo Duarte
16-09-2008
João Paulo Duarte agora faz uma democrática análise dos candidatos “nanicos” e tenta explicar a motivação política de cada uma dessas candidaturas. Aproveitando, em seguida, o modelo da campanha de Eduardo Paes, J.P. dedica-se, também, ao grande tema deste pleito municipal: a saúde pública.
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Sorriso metrópole
João Paulo Duarte
12-09-2008
“At the Closerie des Lilas I sat in a corner with the afternoon light coming in over my shoulder and wrote in my notebook. The waiter brought me a café crème.” [Ernest Hemingway]
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Beth Carvalho - entrevista [inédita]
C.A.
11-09-2008
A Casa comemora 5 gloriosos anos de vida no próximo dia 17 de setembro e abre a festa com a publicação desta valiosa [e quase esquecida nos arquivos do Andreazza…] entrevista com a grande Beth Carvalho. Como diria o velho clichê: o aniversário é nosso mas o presente, leitor, é teu!
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Carta aos Tribuneiros – as eleições [parte III]
João Paulo Duarte
8-09-2008
João Paulo Duarte, desta vez, discute a campanha, perfeitamente articulada, de Eduardo Paes [nosso futuro prefeito?], e ressalta o lamentável silêncio de todos os candidatos ante os graves crimes ambientais em curso, faz tempo, no município do Rio de Janeiro.
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Insensatez
Bruna Demaison
5-09-2008
“(…) Todos os dias tento convencer essa louca atarantada pela sua boca que ela devia ter piedade de mim porque quando vem o dia e você parte eu morro e esfrego na cara dela a sua indiferença e ela gargalha com pena de mim. (…)”
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Fragmento de um exercício literário III - obra em regresso
C.A.
3-09-2008
Note-se que esta parte III, a despeito da aparição tardia (invertida?), parece ser a “cabeça” do conjunto - o início da trama… O autor confirma, ou ficaremos apenas na especulação?
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Contra o amor
Felipe Moura Brasil (Pim)
2-09-2008
Precisa dizer mais?
Leia o texto
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